Em 4º nas pesquisas, Caiado diz ainda acreditar no horário eleitoral para chegar ao 2º turno

Ex-governador de Goiás promete cortar juros e diz que vai ao Nordeste buscar votos

Em quarto, às vezes quinto lugar nas últimas pesquisas de intenção de votos, o ex-governador de Goiás e candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), diz que ainda dá para alcançar a segunda posição e, com isso, beliscar uma vaga no segundo turno das eleições.

Para isso, ele atribui as esperanças ao horário eleitoral, em que ele conta que tem tempo suficiente de programação para “aproximar o eleitor da sua história de vida”.

O candidato participou na manhã deste domingo (6) da Feira Garavelo, uma das mais tradicionais e populares feiras livres da grande Goiânia, berço político de Caiado.

Por sinal, Caiado diz que, a partir de agora, vai colocar o pé na estrada e não retornará mais ao estado do Centro-Oeste, onde lidera as pesquisas.

As próximas paradas previstas são Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, antes de uma sequência de atos pelo Nordeste.

Augusto Cury

Questionado sobre o crescimento de Augusto Cury nas pesquisas, e se o médico e autor de autoajuda ameaça a sua candidatura, Caiado não respondeu diretamente, mas esbarra nas insinuações de que o político do Avante poderia contar com estratégias de influenciadores para turbinar seu nome entre eleitores.

Caiado disse respeitar “as regras da legislação eleitoral”. “Jamais usei e nem comentei a área específica de influenciadores”, afirmou, para mudar de assunto.

Lula e Flávio

Sobre a disputa hoje concentrada entre Lula e Flávio Bolsonaro, voltou a falar da propaganda política. Destacou ser ele o único candidato, à parte os dois primeiros colocados, com dois minutos de tempo de TV, e que esse espaço vai pesar a favor de sua candidatura.

“Eu acredito que agora o Brasil vai conhecer a nossa história de vida, no momento em que os dois primeiros (Lula e Flávio) têm muito a explicar diante de todas essas denúncias que estão vindo à tona neste momento.”

Na área econômica, Caiado criticou a atual taxa de juros, atribuindo o patamar a gastos considerados por ele irresponsáveis do governo federal e a desvios por corrupção.

Prometeu reduzir a taxa a 7% ao ano, metade do nível atual segundo sua conta, a partir de 5 de janeiro, caso eleito. E que isso irá incentivar o empreendedorismo.



Alô Valparaíso/* Com as informações do R7 | Foto: Divulgação/Campanha Ronaldo Caiado