Bancos leiloam imóveis em Goiás com lances que variam entre R$ 22 mil e R$ 77 milhões

Há imóveis urbanos e rurais disponíveis em diversas cidades goianas para leilão. O menor valor inicial de lance é referente a uma casa de 59 m² em Valparaíso de Goiás.

Bancos leiloam imóveis em Goiás com lances que variam entre R$ 22 mil e R$ 77 milhões. Os leilões são realizados pelo Mega Leilões e há imóveis urbanos e rurais disponíveis em diversas cidades goianas (veja abaixo).

No site do leiloeiro, há imóveis já abertos para receber lances e imóveis cujo leilão abrirá em breve. O imóvel com maior valor inicial de lance, R$ 77,6 milhões, trata-se de uma fazenda com mais de mil hectares na zona rural de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. A fazenda está sendo vendida pelo Banco Bocom.

Já o menor valor inicial de lance é referente a uma casa de 59 m², no Setor Pacaembu, em Valparaíso de Goiás, na Região do Entorno do Distrito Federal, vendida pelo banco Bradesco.

Na capital goiana, há imóveis cujo valor inicial do leilão varia entre R$ 161 mil e R$ 3,1 milhões. O menor valor inicial para lances em Goiânia é de um apartamento de 66 m², com dois quartos e dois banheiros, no Setor Sudoeste, vendido pelo Santander.

Entretanto, o imóvel com maior lance inicial é uma casa de mais de 200 m², localizada no Residencial Goiânia Golfe Clube, vendida pelo banco Bradesco.

Além de Valparaíso de Goiás, os leilões abrangem imóveis em diferentes municípios, como Rio Verde, Montividiu, Caldas Novas, Itarumã, Flores de Goiás, Iporá, Edéia, Niquelândia, Senador Canedo, Jataí, Inhumas, Cocalzinho de Goiás, Minaçu, Jussara, Santa Helena de Goiás, Anápolis, Planaltina, Aparecida de Goiânia, Posse, Luziânia, Itumbiara e Padre Bernardo.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do g1 | Foto: Divulgação Mega Leilões

Capital Moto Week deve atrair mais de 150 mil turistas ao DF em julho

Maior festival de motos e rock da América Latina fortalece o turismo de eventos, movimenta a economia e amplia a visibilidade da capital federal no cenário nacional e internacional

Brasília se prepara para receber um dos maiores eventos turísticos do país. Entre os dias 23 de julho e 1º de agosto, o Capital Moto Week (CMW) deve atrair mais de 150 mil turistas à capital federal, consolidando o Distrito Federal como um dos principais destinos brasileiros para o turismo de eventos.

Reconhecido como o maior festival de motos e rock da América Latina, o CMW reúne música, gastronomia, cultura, entretenimento e experiências ao ar livre em uma estrutura de mais de 400 mil metros quadrados instalada no Parque Granja do Torto. Ao longo de dez dias, a chamada Cidade da Moto recebe cerca de 800 mil visitantes, mais de 350 mil motocicletas e aproximadamente 1,8 mil motoclubes vindos de diversas regiões do Brasil e do exterior.

Além da programação com mais de 100 shows nacionais e internacionais, o festival impulsiona diversos setores da economia, como hotelaria, alimentação, transporte, comércio e serviços turísticos. Durante o período do evento, a ocupação da rede hoteleira costuma atingir índices próximos de 98%, refletindo o impacto positivo do festival na economia local.

Para o secretário de Turismo interino do Distrito Federal, Bernardo Antunes, o Capital Moto Week representa um dos principais exemplos da força do turismo de eventos para o desenvolvimento da capital.

“O Capital Moto Week é muito mais do que um grande festival. É um evento que projeta Brasília para o Brasil e para o mundo, atrai milhares de visitantes, movimenta nossa economia e fortalece toda a cadeia produtiva do turismo. Cada turista que chega à cidade gera oportunidades para hotéis, restaurantes, bares, transportadores, guias e diversos outros segmentos, contribuindo diretamente para a geração de emprego e renda”, destaca.

Bernardo Antunes também ressalta que muitos visitantes aproveitam a viagem para conhecer outros atrativos da capital federal. “Brasília oferece uma experiência completa. Quem vem para o festival acaba descobrindo uma cidade com arquitetura reconhecida mundialmente, excelente gastronomia, turismo cívico, natureza, cultura e diversas opções de lazer. Esse é um dos grandes legados do Capital Moto Week: transformar visitantes em turistas que conhecem, permanecem mais tempo na cidade e retornam em outras oportunidades”, afirma.

A edição de 2026 também marca um novo momento de internacionalização do festival, com atrações estrangeiras e um público cada vez mais diversificado. Entre os destaques da programação estão Nazareth, Eagle-Eye Cherry, Masters of Voices, Velvet Chains, Di Ferrero, Raimundos, Marcelo Falcão, Tihuana, Matanza Ritual, Supla e Barão Vermelho — Encontro Formação Original.

Mesmo para quem não possui motocicleta, o Capital Moto Week oferece uma programação diversificada. O público poderá aproveitar praça gastronômica, cinema a céu aberto, exposições temáticas, desfiles, lojas oficiais, espaços de convivência, ativações de grandes marcas e atrações de aventura, como tirolesa, bungee jump e roda-gigante.

O festival também se destaca pelo compromisso com a sustentabilidade. Certificado como Lixo Zero, o Capital Moto Week neutraliza suas emissões de carbono e desenvolve ações voltadas à inclusão, diversidade e responsabilidade socioambiental.

Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 1º de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto

Ao longo de dez dias, a chamada Cidade da Moto recebe cerca de 800 mil visitantes, mais de 350 mil motocicletas e aproximadamente 1,8 mil motoclubes vindos de diversas regiões do Brasil e do exterior | Foto: Divulgação

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasília | Foto: Divulgação

Jovem morre após ser agredido ao pedir dinheiro a cliente de lanchonete em Valparaíso de Goiás

Imagens de câmera de segurança mostram o rapaz de 28 anos levando um mata-leão do cliente e sendo agredido por ele e outras pessoas. Perícia para determinar a causa da morte ainda está sendo realizada.

Um jovem de 28 anos morreu após ser agredido durante uma briga em uma lanchonete localizada dentro de um posto de combustíveis em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. O caso ocorreu na madrugada de segunda-feira (20). Imagens de câmera de segurança exibidas pela TV Anhanguera mostram o momento em que a confusão teve início.

De acordo com informações apuradas pela emissora, o jovem, identificado como Alessandro Rodrigues, entrou no local por volta das 4h30 e pediu dinheiro a um cliente que estava no caixa. Após a negativa, iniciou-se uma discussão. Motoboys que trabalham com entregas para a lanchonete também se envolveram na confusão. As imagens registraram o momento em que o cliente aplicou um mata-leão no rapaz.

A Polícia Militar informou que o jovem estava exigindo dinheiro de clientes e funcionários e que, durante a tentativa de contê-lo, apresentou mal súbito e perdeu a consciência. O caso foi registrado na Central Geral de Flagrantes e Pronto Atendimento ao Cidadão de Luziânia e está sob investigação do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Valparaíso de Goiás. O delegado responsável, Victor Pereira Avelino, declarou que o inquérito corre em sigilo.

A Polícia Científica comunicou que o exame de necropsia ainda está em andamento para determinar a causa da morte. O resultado será fundamental para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

Em nota, a rede Subway, responsável pela franquia instalada no posto, lamentou o episódio e manifestou solidariedade à família e aos amigos da vítima. A empresa informou que acionou imediatamente as autoridades de segurança e saúde e que a equipe do restaurante está recebendo apoio psicológico. O estabelecimento foi temporariamente fechado após o incidente e retomou as atividades nesta terça-feira (21).

A investigação segue em andamento para identificar responsabilidades e esclarecer os fatos relacionados à morte de Alessandro Rodrigues.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do g1 | Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

Homem é preso suspeito de gravar encontros íntimos sem consentimento e vender vídeos na internet; companheira é investigada

Polícia Civil diz que homem gravava relações sem autorização das vítimas e lucrava com a venda do material em plataformas de conteúdo adulto. Companheira é suspeita de administrar a movimentação financeira do esquema.

Um homem de 33 anos foi preso preventivamente, nesta segunda-feira (20), suspeito degravar encontros íntimos com mulheres, divulgar os vídeos sem autorização das vítimas e lucrar com a venda do material em plataformas de conteúdo adulto.

A companheira dele, de 31 anos, também é investigada por suspeita de participar do esquema.

A prisão foi feita pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que também cumpriu mandados de busca e apreensão em Águas Lindas de Goiás e Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.

Segundo a polícia, a mulher seria responsável pela estrutura financeira utilizada para receber os valores obtidos com a comercialização dos vídeos. Durante a operação, foram apreendidos celulares, mídias digitais e outros materiais que passarão por perícia.

A investigação começou depois que uma mulher descobriu que vídeos em que ela aparecia haviam sido publicados em uma plataforma pornográfica.

Segundo a PCDF, a vítima conheceu o investigado por um aplicativo de relacionamento em 2018 e teve dois encontros consensuais com ele. Mais tarde, descobriu que as relações haviam sido filmadas e divulgadas na internet sem autorização.

Outra mulher que manteve um relacionamento com o suspeito também o reconheceu nas gravações por meio de características físicas e tatuagens.

Esquema

Segundo a investigação, o caso não foi isolado. O homem utilizava aplicativos de relacionamento para conhecer mulheres, conquistava a confiança delas e marcava encontros íntimos.

As relações eram gravadas sem o conhecimento das vítimas e, depois, os vídeos eram publicados em plataformas de conteúdo adulto para atrair assinantes e gerar lucro.

Durante as investigações, os policiais identificaram que parte dos valores obtidos com a comercialização dos vídeos era depositada em uma conta bancária vinculada à companheira do suspeito.

Em depoimento, segundo a PCDF, ela confirmou que os dois mantinham contas em plataformas de conteúdo adulto e que compartilhavam a conta utilizada para receber os pagamentos.

Ainda de acordo com a polícia, o homem já havia sido investigado por crimes semelhantes e possui condenação definitiva pelo mesmo delito.

Além da prisão e dos mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou a suspensão das contas utilizadas pelo investigado para divulgar e comercializar os vídeos.

Agora, o material apreendido passará por perícia para identificar outras possíveis vítimas. Segundo a PCDF, divulgar, compartilhar ou comercializar imagens íntimas sem autorização da vítima é crime previsto no artigo 218-C do Código Penal.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do g1 | Foto: PCDF/Divulgação