Brasília recebe o maior campeonato brasileiro infantil de natação da história

Competição reúne 715 atletas de todo o país no Complexo Aquático Cláudio Coutinho; capital cresce como referência na realização de grandes eventos esportivos

Com abertura oficial às 16h30 desta terça (30), o Campeonato Brasileiro Interclubes Infantil de Natação de Inverno – Troféu Ruben Dinard de Araújo, considerado a maior edição da história da competição, toma conta do Complexo Aquático Cláudio Coutinho até sábado (4/7) reunindo 715 atletas — número recorde de participantes — disputando as provas nas categorias Infantil 1 (13 anos) e Infantil 2 (14 anos). Durante toda a competição, as provas eliminatórias ocorrerão a partir das 8h30, enquanto as finais terão início às 17h.

“O Governo do Distrito Federal tem investido para consolidar a capital como referência nacional no esporte, oferecendo estrutura de qualidade para atletas, equipes e público”Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer

Promovido pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), o campeonato conta com o apoio da Federação de Desportos Aquáticos do Distrito Federal (FDA-DF) e do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF). 

“Alcançar a marca de 715 atletas inscritos, a maior da história do Campeonato Brasileiro Infantil de Inverno, demonstra a força da natação brasileira e a capacidade de Brasília em receber grandes eventos esportivos”, comemora o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. “O Governo do Distrito Federal tem investido para consolidar a capital como referência nacional no esporte, oferecendo estrutura de qualidade para atletas, equipes e público. É uma satisfação ver Brasília sediando uma competição desse porte e contribuindo para o desenvolvimento da base da natação no país.”

O Distrito Federal estará representado na competição por cinco clubes e 20 atletas, além de uma equipe de revezamento. Participam da disputa atletas do Iate Clube de Brasília, com oito nadadores; Sesc Olímpico/DF, com seis; Desperte Academia de Natação (três), Minas Brasília Tênis Clube (dois) e Colégio Mackenzie (um).

A presença das equipes brasilienses reforça o fortalecimento da natação no DF e o trabalho de formação de jovens atletas desenvolvido pelos clubes locais, que terão a oportunidade de competir em casa diante dos principais talentos da modalidade no país.

O presidente da FDA-DF, Airton Saldanha, lembra que o impacto do campeonato vai além das piscinas: “Sua realização movimenta significativamente Brasília, impulsionando os setores de hotelaria, alimentação, transporte e diversos serviços, gerando desenvolvimento econômico e valorizando a cidade. Mais do que medalhas e recordes, o campeonato promove integração, fomenta o turismo esportivo e fortalece a imagem de Brasília como um centro de grandes eventos”.

Campeonato Brasileiro Interclubes Infantil de Natação de Inverno – Troféu Ruben Dinard de Araújo

→ Data: de terça (30), com abertura oficial às 16h55, a sábado (4/7), com congresso técnico nesta segunda-feira (29);
→ Local: Complexo Aquático Cláudio Coutinho;
→ Categorias: Infantil 1 (13 anos) e Infantil 2 (14 anos);
→ Participantes: 715 atletas;
→ Representação do DF: cinco clubes, 20 atletas e uma equipe de revezamento;
→ Programação: eliminatórias às 8h30; finais às 17h;
→ Entrada: gratuita;
→ Transmissão: Swim Channel.

Campeonato também chama a atenção por destacar a boa estrutura de Brasília para receber eventos de grande porte | Foto: @freddanin/Divulgação  

Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasília | Foto: @freddanin/Divulgação  

Candangão Junino 2026 segue até domingo (28) em Santa Maria com entrada gratuita

Nem o frio desanimou a torcida. A primeira noite foi marcada por muita animação e grandes apresentações

A cultura popular tomou conta de Santa Maria na noite dessa sexta-feira (26), quando teve início mais uma etapa do Candangão Junino 2026. O estacionamento do Ginásio de Esportes se transformou em um grande arraial, reunindo centenas de pessoas que enfrentaram o frio para prestigiar um dos maiores eventos juninos do Distrito Federal e Entorno.

No tablado, sete quadrilhas deram um verdadeiro espetáculo de cores, música, dança e tradição. Cada apresentação arrancou aplausos e emocionou o público, que acompanhou atentamente as coreografias, os figurinos e os enredos preparados especialmente para a competição.

Moradora de Santa Maria, Priscila Moreira da Silva foi uma das pessoas que fez questão de prestigiar a primeira noite do evento. “Valeu muito a pena enfrentar o frio. As apresentações são lindas, a organização está excelente e é emocionante ver tantas famílias reunidas para valorizar a nossa cultura. Com certeza estarei de volta nos próximos dias”, afirmou.

O estacionamento do Ginásio de Esportes se transformou em um grande arraial, reunindo centenas de pessoas | Foto: Divulgação/Administração Regional de Santa Maria

Para o presidente da FequajuDFE, Robson Vilela, o Fusca, a abertura da etapa confirmou, mais uma vez, a força do movimento junino no Distrito Federal. “Ver o espaço com torcidas vibrando e famílias participando mostra que o Candangão Junino vai muito além da competição. É um evento que fortalece nossa cultura, movimenta a comunidade e valoriza o trabalho dos grupos juninos. Estamos muito felizes com essa primeira noite e convidamos toda a população para prestigiar as próximas apresentações“, disse o presidente.

O Candangão Junino 2026 reúne os melhores grupos juninos do Distrito Federal e Entorno, promovendo uma verdadeira celebração das tradições nordestinas por meio da dança, da música e da valorização da cultura popular.

Promovido pela Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (FequajuDFE), o circuito integra o Termo de Fomento nº 992770/2026, firmado com o Ministério da Cultura, e conta com a parceria da Administração Regional de Santa Maria.

Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasília | Foto: Divulgação/Administração Regional de Santa Maria

Brasília recebe mais de 360 atletas na abertura do Campeonato Brasiliense de Canoa Havaiana

Competição no Iate Clube reforça o Lago Paranoá como referência nacional para a prática da modalidade em águas doces

O Lago Paranoá será palco, neste sábado (27) e domingo (28), da primeira etapa do Track&Field Experience Campeonato Brasiliense de VA’A Maratona, reunindo mais de 360 atletas no Iate Clube de Brasília. Organizada pela Federação Brasiliense de VA’A (FebVaa), a competição reforça o protagonismo da capital como um dos principais polos brasileiros da canoa havaiana em águas doces.

Após sediar o campeonato brasileiro da modalidade no primeiro semestre, Brasília volta a receber uma das principais competições do calendário esportivo nacional. O evento deve reunir cerca de 500 pessoas por dia entre atletas, equipes técnicas, familiares e espectadores, além de contar com transmissão ao vivo pelo canal da Confederação Brasileira de VA’A no YouTube.

Mais do que cenário para competições, o Lago Paranoá tem se consolidado como espaço de convivência, lazer e prática esportiva. As condições favoráveis de navegação e a crescente comunidade de praticantes transformaram Brasília em referência para a modalidade, que alia atividade física, contato com a natureza e preservação de uma tradição milenar.

O secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira, destaca a importância da utilização do Lago Paranoá para atividades esportivas e de lazer. “O Lago Paranoá é um recurso do Distrito Federal muito importante. Iniciativas que promovam lazer e esportes no espelho d’água são essenciais para a sociedade brasiliense. A canoa havaiana cumpre bem esse papel, trabalhando a inclusão com pessoas de várias idades, homens e mulheres praticando esse esporte.”

A competição contempla categorias que vão do Infantil (até 12 anos) ao Master 70+, além de provas destinadas a paratletas, evidenciando o caráter inclusivo da modalidade | Foto: Divulgação SEL/DF

Modalidade reúne atletas de todas as idades

A competição contempla categorias que vão do Infantil (até 12 anos) ao Master 70+, além de provas destinadas a paratletas, evidenciando o caráter inclusivo da modalidade, que registra crescimento contínuo no Distrito Federal.

Conhecida internacionalmente como VA’A, a canoa havaiana tem origem nos povos polinésios, que utilizavam a embarcação para percorrer longas distâncias pelo Oceano Pacífico há mais de três mil anos. Atualmente, a modalidade se expandiu para diversos países, preservando características tradicionais e promovendo a integração entre esporte, cultura e meio ambiente.

“O Lago Paranoá é um recurso do Distrito Federal muito importante. Iniciativas que promovam lazer e esportes no espelho d’água são essenciais para a sociedade brasiliense. A canoa havaiana cumpre bem esse papel, trabalhando a inclusão com pessoas de várias idades, homens e mulheres praticando esse esporte”Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer

Segurança reforçada

A Federação Brasiliense de VA’A adotará uma série de protocolos de segurança durante toda a competição. Será obrigatório o uso de colete salva-vidas, apito, remo reserva e balde em todas as embarcações. O evento contará ainda com quatro embarcações de apoio motorizadas, equipes de resgate aquático, ambulância e suporte do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.

Para o presidente da FebVaa, João Marcelo Marins, o número de participantes demonstra a consolidação da modalidade na capital.

“Tanto a categoria infantil quanto a categoria estreante estão maiores do que nunca, demonstrando o forte crescimento do VA’A no Distrito Federal. Isso é motivo de alegria e orgulho e aumenta nossa responsabilidade como comunidade em manter elevados os protocolos de segurança. A ocupação do Lago deve ser democrática, positiva e segura.”

Serviço

Track&Field Experience Campeonato Brasiliense de VA’A 2026 – Maratona

Data: 27 e 28 de junho

Local: Iate Clube de Brasília

Entrada: Gratuita

Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasília | Foto: Divulgação SEL/DF

Zoológico de Brasília se prepara para receber girafas resgatadas

Animais foram retirados de esquema de tráfico e devem ser transferidos do Rio de Janeiro para o Distrito Federal

O Zoológico de Brasília iniciou obras de adaptação em seu recinto destinado a girafas para receber exemplares resgatados de um esquema de tráfico internacional de animais. A transferência dos animais, atualmente sob tutela do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) em Mangaratiba, Rio de Janeiro, já foi definida pelo órgão. Ainda não há confirmação sobre o número de girafas que serão encaminhadas ao Distrito Federal.

De acordo com nota, as intervenções têm como objetivo adequar o espaço às necessidades biológicas e comportamentais dos futuros animais, seguindo critérios de bem-estar e manejo estabelecidos pelos órgãos competentes. As obras incluem aumento da altura do cercamento, melhorias nas áreas de passagem e alimentação, além de ajustes no acondicionamento. O recinto é o mesmo onde viveu Yaza, girafa que morreu em 2025 aos 21 anos. Desde então, o zoológico não recebeu novos animais da espécie.

O caso das girafas do Bioparque é considerado o maior crime de tráfico internacional de animais já registrado no Brasil. Em 2021, 18 girafas foram trazidas irregularmente da África do Sul e enviadas para quarentena no resort Portobello Safári, em Mangaratiba. Durante esse período, três morreram, o que levantou questionamentos de entidades de proteção animal. A investigação conduzida pela Polícia Federal resultou no indiciamento de responsáveis pelo tráfico e, quatro anos depois, três pessoas foram condenadas por maus-tratos, contrabando, falsidade ideológica e inserção de informações falsas em parecer técnico.

Atualmente, 14 girafas permanecem sob responsabilidade do Ibama em Mangaratiba. O órgão conduz tratativas com zoológicos interessados em receber os animais, com o objetivo de garantir condições adequadas de manejo e bem-estar. A chegada dos exemplares ao Zoológico de Brasília marca a retomada da presença da espécie na instituição, que desde a morte de Yaza não contava com girafas em seu plantel.

A transferência representa uma etapa do processo de redistribuição dos animais resgatados, que deverão ser encaminhados a diferentes instituições no país. O Ibama acompanha as adequações estruturais e técnicas necessárias para assegurar que os zoológicos estejam preparados para acolher os exemplares, em conformidade com normas ambientais e de proteção animal.

Yaza viveu no Zoológico de Brasília e morreu em 2025 – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

Alô Valparaíso/* Com as informações do Metrópoles | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília