Polícia apura se equipe em hospital do DF foi intoxicada por café; pelo menos 11 relataram mal-estar

Funcionários do Hospital Regional de Santa Maria apresentaram sintomas na manhã desta terça. Perícia foi realizada no local e profissionais foram encaminhados ao IML para exames..

Pelo menos 10 técnicos de enfermagem e um enfermeiro do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), no Distrito Federal, apresentaram sintomas compatíveis com um quadro de intoxicação na manhã desta terça-feira (21).

As causas são investigadas pela Polícia Civil. Em depoimento preliminar, uma das vítimas afirmou que a equipe começou a sentir “náuseas, tremedeiras, calafrios e outros sintomas” após tomar um café deixado na copa.

Segundo o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), os profissionais são do mesmo setor do hospital e receberam atendimento na própria unidade.

“Estamos no hospital realizando as diligências iniciais. Os funcionários que passaram mal já foram ouvidos, encaminhados ao IML para a realização de exame toxicológico, e a perícia técnica no local também já foi realizada”, disse o delegado Renato Martins, da 33ª Delegacia de Polícia.

O IgesDF informou que os técnicos de enfermagem permanecem em observação no pronto-socorro do hospital. De acordo com o instituto, todos estão conscientes, orientados, com quadro clínico estável e nenhum apresenta sintomas graves.

A área onde os profissionais passaram mal foi isolada para a realização da perícia e de coleta de materiais que possam ajudar a esclarecer o que provocou os sintomas.

Ainda segundo o IgesDF, o atendimento aos pacientes do Hospital Regional de Santa Maria segue normalmente. O instituto afirmou que reorganizou as escalas de trabalho para evitar impactos na assistência e disse que acompanha a evolução clínica dos funcionários.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do g1 | Foto: Reprodução/Agência Brasília

Bancos leiloam imóveis em Goiás com lances que variam entre R$ 22 mil e R$ 77 milhões

Há imóveis urbanos e rurais disponíveis em diversas cidades goianas para leilão. O menor valor inicial de lance é referente a uma casa de 59 m² em Valparaíso de Goiás.

Bancos leiloam imóveis em Goiás com lances que variam entre R$ 22 mil e R$ 77 milhões. Os leilões são realizados pelo Mega Leilões e há imóveis urbanos e rurais disponíveis em diversas cidades goianas (veja abaixo).

No site do leiloeiro, há imóveis já abertos para receber lances e imóveis cujo leilão abrirá em breve. O imóvel com maior valor inicial de lance, R$ 77,6 milhões, trata-se de uma fazenda com mais de mil hectares na zona rural de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. A fazenda está sendo vendida pelo Banco Bocom.

Já o menor valor inicial de lance é referente a uma casa de 59 m², no Setor Pacaembu, em Valparaíso de Goiás, na Região do Entorno do Distrito Federal, vendida pelo banco Bradesco.

Na capital goiana, há imóveis cujo valor inicial do leilão varia entre R$ 161 mil e R$ 3,1 milhões. O menor valor inicial para lances em Goiânia é de um apartamento de 66 m², com dois quartos e dois banheiros, no Setor Sudoeste, vendido pelo Santander.

Entretanto, o imóvel com maior lance inicial é uma casa de mais de 200 m², localizada no Residencial Goiânia Golfe Clube, vendida pelo banco Bradesco.

Além de Valparaíso de Goiás, os leilões abrangem imóveis em diferentes municípios, como Rio Verde, Montividiu, Caldas Novas, Itarumã, Flores de Goiás, Iporá, Edéia, Niquelândia, Senador Canedo, Jataí, Inhumas, Cocalzinho de Goiás, Minaçu, Jussara, Santa Helena de Goiás, Anápolis, Planaltina, Aparecida de Goiânia, Posse, Luziânia, Itumbiara e Padre Bernardo.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do g1 | Foto: Divulgação Mega Leilões

Capital Moto Week deve atrair mais de 150 mil turistas ao DF em julho

Maior festival de motos e rock da América Latina fortalece o turismo de eventos, movimenta a economia e amplia a visibilidade da capital federal no cenário nacional e internacional

Brasília se prepara para receber um dos maiores eventos turísticos do país. Entre os dias 23 de julho e 1º de agosto, o Capital Moto Week (CMW) deve atrair mais de 150 mil turistas à capital federal, consolidando o Distrito Federal como um dos principais destinos brasileiros para o turismo de eventos.

Reconhecido como o maior festival de motos e rock da América Latina, o CMW reúne música, gastronomia, cultura, entretenimento e experiências ao ar livre em uma estrutura de mais de 400 mil metros quadrados instalada no Parque Granja do Torto. Ao longo de dez dias, a chamada Cidade da Moto recebe cerca de 800 mil visitantes, mais de 350 mil motocicletas e aproximadamente 1,8 mil motoclubes vindos de diversas regiões do Brasil e do exterior.

Além da programação com mais de 100 shows nacionais e internacionais, o festival impulsiona diversos setores da economia, como hotelaria, alimentação, transporte, comércio e serviços turísticos. Durante o período do evento, a ocupação da rede hoteleira costuma atingir índices próximos de 98%, refletindo o impacto positivo do festival na economia local.

Para o secretário de Turismo interino do Distrito Federal, Bernardo Antunes, o Capital Moto Week representa um dos principais exemplos da força do turismo de eventos para o desenvolvimento da capital.

“O Capital Moto Week é muito mais do que um grande festival. É um evento que projeta Brasília para o Brasil e para o mundo, atrai milhares de visitantes, movimenta nossa economia e fortalece toda a cadeia produtiva do turismo. Cada turista que chega à cidade gera oportunidades para hotéis, restaurantes, bares, transportadores, guias e diversos outros segmentos, contribuindo diretamente para a geração de emprego e renda”, destaca.

Bernardo Antunes também ressalta que muitos visitantes aproveitam a viagem para conhecer outros atrativos da capital federal. “Brasília oferece uma experiência completa. Quem vem para o festival acaba descobrindo uma cidade com arquitetura reconhecida mundialmente, excelente gastronomia, turismo cívico, natureza, cultura e diversas opções de lazer. Esse é um dos grandes legados do Capital Moto Week: transformar visitantes em turistas que conhecem, permanecem mais tempo na cidade e retornam em outras oportunidades”, afirma.

A edição de 2026 também marca um novo momento de internacionalização do festival, com atrações estrangeiras e um público cada vez mais diversificado. Entre os destaques da programação estão Nazareth, Eagle-Eye Cherry, Masters of Voices, Velvet Chains, Di Ferrero, Raimundos, Marcelo Falcão, Tihuana, Matanza Ritual, Supla e Barão Vermelho — Encontro Formação Original.

Mesmo para quem não possui motocicleta, o Capital Moto Week oferece uma programação diversificada. O público poderá aproveitar praça gastronômica, cinema a céu aberto, exposições temáticas, desfiles, lojas oficiais, espaços de convivência, ativações de grandes marcas e atrações de aventura, como tirolesa, bungee jump e roda-gigante.

O festival também se destaca pelo compromisso com a sustentabilidade. Certificado como Lixo Zero, o Capital Moto Week neutraliza suas emissões de carbono e desenvolve ações voltadas à inclusão, diversidade e responsabilidade socioambiental.

Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 1º de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto

Ao longo de dez dias, a chamada Cidade da Moto recebe cerca de 800 mil visitantes, mais de 350 mil motocicletas e aproximadamente 1,8 mil motoclubes vindos de diversas regiões do Brasil e do exterior | Foto: Divulgação

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasília | Foto: Divulgação

Jovem morre após ser agredido ao pedir dinheiro a cliente de lanchonete em Valparaíso de Goiás

Imagens de câmera de segurança mostram o rapaz de 28 anos levando um mata-leão do cliente e sendo agredido por ele e outras pessoas. Perícia para determinar a causa da morte ainda está sendo realizada.

Um jovem de 28 anos morreu após ser agredido durante uma briga em uma lanchonete localizada dentro de um posto de combustíveis em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. O caso ocorreu na madrugada de segunda-feira (20). Imagens de câmera de segurança exibidas pela TV Anhanguera mostram o momento em que a confusão teve início.

De acordo com informações apuradas pela emissora, o jovem, identificado como Alessandro Rodrigues, entrou no local por volta das 4h30 e pediu dinheiro a um cliente que estava no caixa. Após a negativa, iniciou-se uma discussão. Motoboys que trabalham com entregas para a lanchonete também se envolveram na confusão. As imagens registraram o momento em que o cliente aplicou um mata-leão no rapaz.

A Polícia Militar informou que o jovem estava exigindo dinheiro de clientes e funcionários e que, durante a tentativa de contê-lo, apresentou mal súbito e perdeu a consciência. O caso foi registrado na Central Geral de Flagrantes e Pronto Atendimento ao Cidadão de Luziânia e está sob investigação do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Valparaíso de Goiás. O delegado responsável, Victor Pereira Avelino, declarou que o inquérito corre em sigilo.

A Polícia Científica comunicou que o exame de necropsia ainda está em andamento para determinar a causa da morte. O resultado será fundamental para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

Em nota, a rede Subway, responsável pela franquia instalada no posto, lamentou o episódio e manifestou solidariedade à família e aos amigos da vítima. A empresa informou que acionou imediatamente as autoridades de segurança e saúde e que a equipe do restaurante está recebendo apoio psicológico. O estabelecimento foi temporariamente fechado após o incidente e retomou as atividades nesta terça-feira (21).

A investigação segue em andamento para identificar responsabilidades e esclarecer os fatos relacionados à morte de Alessandro Rodrigues.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do g1 | Foto: Reprodução/ TV Anhanguera