Patinetes elétricos: saiba como funciona o serviço compartilhado em Brasília

Mais de 2,7 mil desses equipamentos circulam em 11 regiões do DF

Ir ao trabalho, à faculdade ou resolver tarefas do dia a dia ficou mais fácil com os patinetes elétricos compartilhados. O serviço está disponível em 11 regiões do Distrito Federal e conta com uma frota de 2,7 mil veículos. Os patinetes podem ser encontrados no Plano Piloto, Parque da Cidade, Sudoeste, Cruzeiro, Guará, Águas Claras, Taguatinga Sul, Park Way, Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Gama. 

Para utilizar os equipamentos, basta fazer o cadastro no aplicativo da empresa responsável pelo serviço e seguir as orientações de uso. Os usuários também devem respeitar as normas de trânsito e as regras. Entre as exigências estão a oferta de seguro aos usuários, a disponibilização de equipamentos certificados e em boas condições de uso e a realização de campanhas educativas sobre segurança e uso correto dos patinetes. 

Outra regra importante diz respeito ao estacionamento. Os patinetes devem ser deixados em locais permitidos, sem bloquear calçadas, rampas de acessibilidade ou a faixa livre destinada à circulação de pedestres, garantindo a acessibilidade e a livre circulação de quem passa pelas vias. 

Operação regulamentada

Atualmente, a empresa JET é responsável pela prestação do serviço no DF. O credenciamento ocorreu após chamamento público, que também habilitou a empresa Whoosh BR. A segunda credenciada, no entanto, ainda não iniciou as atividades.

As empresas autorizadas pagam uma taxa pela utilização das áreas públicas onde são instaladas as estações dos patinetes.

Os usuários do patinete elétrico devem respeitar as leis de trânsito e regras do serviço | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasília | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Casal morto a tiros na Ponte Alta será enterrado neste domingo (19/7)

Assassinados enquanto limpavam um lote no Condomínio Bosque Imperial, na Ponte Alta Norte, casal será sepultado em Santo Antônio do Descoberto (GO)

Familiares e amigos de Leonardo de Oliveira Campos, de 42 anos, e Raiane Lins Farias Campos, de 38, se reunirão neste domingo (19/7) para velar o casal no Cemitério Jardim Metropolitano Parque do Angico, em Santo Antônio do Descoberto (GO). O velório está marcado para começar às 9h, no templo ecumênico, com o sepultamento às 11h. Raiane e Leonardo foram vítimas de um duplo homicídio brutal na tarde desta quinta-feira (16/7), em lote no Condomínio Bosque Imperial, na Ponte Alta Norte.

O casal estava capinando a grama de um terreno de propriedade dos dois, com uma construção em andamento, quando foram surpreendidos pelos tiros. Segundo informações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), os vizinhos escutaram estampidos às 16h da quinta-feira, mas não associaram que poderia ser o barulho de disparos de uma arma de fogo, devido ao som da roçadeira usada pela dupla para limpar o lote.

Até o momento, o principal suspeito do homicídio qualificado é o vizinhos do casal, Evandro Gabriel Ferreira, de 60 anos. Com uma série de antecedentes criminais, incluindo envolvendo em outros três homicídios (dois tentados e um consumado), ameaças, ocorrências relacionadas à Lei Maria da Penha e porte ilegal de arma de fogo. 

De acordo com a PCDF, moradores do condomínio relataram um desentendimento entre Evandro e o casal, por conta da construção de um muro na divisa entre os dois terrenos. Há uma ação judicial em andamento para solucionar o conflito.

Quem era o casal

A Prefeitura de Santo Antônio do Descoberto (GO) publicou uma nota de pesar em homenagem às vítimas nas redes sociais. Raiane Lins Farias era servidora pública e atuava como coordenadora do Cadastro Único (CadÚnico) no município, enquanto o esposo era Coordenador de Vendas da Brasal Refrigerantes. Ela e Leonardo eram pais de uma menina de 5 anos.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do Correio Braziliense | Foto: Redes sociais/Reprodução

Briga por terreno pode ter motivado a morte de casal no DF

Empresário de 60 anos foi preso nesta sexta-feira (16) como principal suspeito; Casal deixa uma filha de 5 anos

Um empresário de 60 anos foi preso em flagrante nesta sexta-feira (18), suspeito de matar um casal dentro de um condomínio no Distrito Federal.

Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado por uma disputa judicial envolvendo a divisão de um terreno vizinho, conflito que se arrastava desde 2023.

As vítimas foram identificadas como Leonardo Campos, de 42 anos, e Raiane Campos, de 38. De acordo com as investigações, os dois foram surpreendidos pelo suspeito enquanto realizavam a manutenção do lote. O casal deixa uma filha de cinco anos.

Disputa por terreno é apontada como motivação

A investigação indica que Leonardo e Raiane eram proprietários de um terreno ao lado da residência do suspeito. Desde 2023, as famílias travavam uma disputa na Justiça sobre os limites das áreas.

Testemunhas relataram que a convivência entre os vizinhos era marcada por desentendimentos frequentes e discussões relacionadas ao imóvel.

Na tarde de quinta-feira (17), o casal foi ao condomínio para cortar a grama do terreno quando teria sido surpreendido pelo empresário. Moradores ouviram disparos de arma de fogo, mas os corpos só foram localizados na manhã seguinte.

Após o crime, o empresário Evandro Ferreira permaneceu dentro da própria residência. A Polícia Civil montou uma grande operação para efetuar a prisão, com o apoio de negociadores e atiradores de elite posicionados na região.

Depois das negociações, o suspeito deixou o imóvel e foi preso em flagrante por duplo homicídio qualificado.

Suspeito tem histórico de crimes violentos

Segundo a polícia, Evandro Ferreira já possuía antecedentes criminais por tentativas de homicídio e também por um homicídio registrado em 2008, quando foi investigado pela morte do próprio sobrinho.

O caso segue sob investigação para esclarecer todos os detalhes da dinâmica do crime e confirmar as circunstâncias da execução do casal.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto: Canva

Moraes suspende visitas a Bolsonaro na prisão domiciliar

Ministro também ampliou as restrições ao ex-presidente

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu o ex-presidente Jair Bolsonaro de receber visitas pelo prazo de 30 dias. A medida foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente.

No mesmo despacho, Moraes também decidiu manter sua decisão anterior que proibiu Flávio de visitar o pai por 90 dias. 

O ministro também ampliou as restrições às quais Bolsonaro está sujeito por estar em prisão domiciliar.

A partir de agora, Bolsonaro está proibido de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o término das eleições de outubro.

O ex-presidente também não poderá divulgar manifestos político-eleitorais, inclusive por meio de terceiros, por qualquer meio de divulgação.

Ao determinar as medidas, Moraes disse que Bolsonaro descumpriu a determinação que o proibia de pode usar as redes sociais, inclusive por meio de terceiros. O descumprimento ocorreu com a publicação da carta nas redes sociais.

“Patente, portanto, o desrespeito de Jair Bolsonaro à medida cautelar, cuja fiel observância é requisito obrigatório para o cumprimento da prisão domiciliar humanitário”, afirmou.

Mais cedo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo parecer pela manutenção da prisão domiciliar concedida a Bolsonaro. Em seguida, a defesa solicitou autorização para que o presidente da Argentina, Javier Milei, visite o ex-presidente na prisão domiciliar.

Com a novas restrições determinadas nesta sexta-feira, Milei deve ser impedido de realizar a visita.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Bruno Peres/Agência Brasil