CazéTV bate recorde mundial no YouTube com transmissão de Brasil x Haiti

Vitória da Seleção alcançou pico de 16,1 milhões de dispositivos conectados simultaneamente e superou marca registrada na estreia brasileira

A CazéTV registrou um novo recorde mundial de audiência simultânea no YouTube durante a transmissão da vitória do Brasil por 3 a 0 sobre o Haiti, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.

Segundo dados divulgados pelo canal, o confronto alcançou pico de 16,1 milhões de dispositivos conectados ao mesmo tempo, superando a marca anterior de 12,7 milhões registrada na estreia da Seleção Brasileira diante do Marrocos, em partida que terminou empatada por 1 a 1.

O resultado representa um crescimento de 28% na audiência simultânea entre os dois jogos do Brasil transmitidos pela plataforma. O recorde anterior já pertencia ao próprio canal.

Além das partidas da Seleção Brasileira, outro destaque foi a estreia da Argentina contra a Argélia. O jogo registrou pico de 11,5 milhões de dispositivos conectados simultaneamente, tornando-se a terceira maior audiência da história do canal.

Os dados divulgados pela CazéTV apontam ainda um alcance superior a 74 milhões de pessoas entre os dias 11 e 18 de junho, período que compreende a primeira semana da Copa do Mundo.

Brasil impulsiona audiência

Os jogos da Seleção Brasileira têm concentrado alguns dos maiores números de audiência da competição. A vitória sobre o Haiti garantiu a classificação antecipada do Brasil às oitavas de final e levou a equipe à liderança do Grupo C.

Com o desempenho dentro de campo e o interesse do público pelo Mundial, a tendência é de que os números de audiência continuem crescendo nas próximas fases do torneio.

Alô Valparaíso/* Com as informações da CNN Brasil | Foto: Canva

NY Times elege o hino do Brasil o mais bonito entre os países da Copa

Publicação exalta a introdução orquestral de 28 segundos da canção

O jornal The New York Times elegeu o Hino Nacional Brasileiro o mais bonito entre os 48 países participantes da Copa do Mundo de 2026. A matéria, publicada nesta sexta-feira (19) e assinada pelo jornalista Tim Spiers, traz tons de crítica musical com pitadas de humor.

A publicação exalta, principalmente, a “gloriosa introdução orquestral de 28 segundos” do nosso hino nacional.

“Dura quase dois minutos e, ainda assim, não é suficiente. Tem um monte de palavras cantadas muito rápido em sua maior parte, sobre não temer a batalha, sobre um colosso destemido e uma terra amada, mas o ponto alto é, sem dúvida, a gloriosa introdução orquestral de 28 segundos. Um dos melhores hinos do mundo”, escreveu o jornal.

Em meio a elogios, o texto ainda lembra a execução do Hino Nacional na Copa de 2014, quando torcida e jogadores cantaram a plenos pulmões cada verso. Porém, após a derrota por 7 a 1 para a Alemanha, o momento perdeu o brilho e ganhou tons de desespero na imprensa esportiva brasileira.

“Para a partida contra Marrocos, não houve o choro e o melodrama que vimos antes da semifinal, em casa, em 2014, mas provavelmente foi melhor assim”, brincou.

Curiosamente, o último colocado no ranking do NY Times é justamente o hino da Inglaterra, Deus Salve o Rei. A Inglaterra é o país onde a editoria de esportes do jornal – The Athletic – está baseada. “É terrível. A música se arrasta imperdoavelmente e a letra, ao contrário de qualquer outro hino desta lista, é sobre um homem velho”.

Os cinco mais belos hinos dos países participantes da Copa, segundo o jornal, são, na ordem: Brasil, França, Colômbia, Portugal e Escócia.

Hino do Brasil

O Hino Nacional Brasileiro foi composto por Francisco Manoel da Silva em abril de 1831, inicialmente sem letra.

“Uma vez proclamada a República, convocou-se concurso para substituir esse Hino por outro, próprio para a nova organização política. No entanto, o apego popular à melodia do velho hino não deixou alternativa à sua manutenção”, relata o Ministério das Relações Exteriores, em sua página oficial.

Os versos, compostos por Osório Duque Estrada, foram incluídos de forma oficial em 6 de setembro de 1922.

Ranking do NY Times

  1. Brasil
  2. França
  3. Portugal
  4. Colômbia
  5. Escócia
  6. Equador
  7. Argentina
  8. Egito
  9. Uruguai
  10. Bósnia e Herzegovina
  11. Estados Unidos
  12. RD Congo
  13. Curaçao
  14. Coreia do Sul
  15. Costa do Marfim
  16. Panamá
  17. Canadá
  18. México
  19. Haiti
  20. Irã
  21. África do Sul
  22. Japão
  23. Marrocos
  24. Iraque
  25. Turquia
  26. Austrália
  27. Tchéquia
  28. Tunísia
  29. Senegal
  30. Suécia
  31. Argélia
  32. Paraguai
  33. Suíça
  34. Cabo Verde
  35. Noruega
  36. Uzbequistão
  37. Arábia Saudita
  38. Bélgica
  39. Gana
  40. Croácia
  41. Holanda
  42. Catar
  43. Áustria
  44. Nova Zelândia
  45. Alemanha
  46. Espanha
  47. Jordânia
  48. Inglaterra

Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Canva

Ancelotti admite mudanças contra Haiti e desconversa sobre Endrick

Treinador elogia atacante e diz que vai usá-lo “no momento correto”

O técnico Carlo Ancelotti admitiu, nesta quinta-feira (18), que deve fazer mudanças na seleção brasileira para o compromisso de sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo.

O treinador, porém, evitou confirmar quem pode sair ou entrar na equipe em relação ao time do empate por 1 a 1 com Marrocos, no último sábado (13), em Nova Jersey.

“Alguma mudança vamos fazer. Pode ser de alguns jogadores mais frescos que outros. Temos que melhorar no equilíbrio e na qualidade do jogo. Acho que temos qualidade para fazermos um jogo com mais entretenimento. Temos jogadores de qualidade, fortes, potentes. O pensamento comum é que podemos e temos que fazer melhor”, afirmou o italiano, em entrevista coletiva no palco da partida desta sexta.

“Na minha cabeça [o time] está definido. Vou comunicar a eles [jogadores] amanhã. Não tenho problema nenhum de passar a escalação, futebol não tem segredos, mas prefiro comunicar primeiro aos jogadores”, completou o técnico brasileiro, ao ser indagado se poderia adiantar a formação.

Ao admitir que poderia mexer na equipe, Ancelotti não escapou de perguntas sobre Endrick.

A opção de não colocar o atacante na estreia contra Marrocos gerou críticas de torcedores e questionamentos sobre a intenção do italiano de realmente contar com o jovem, que completa 20 anos no próximo dia 21 de julho.

O treinador fez elogios ao jogador, mas desconversou sobre utilizá-lo diante do Haiti.

“Pessoalmente, [considero Endrick] um talento extraordinário e o Brasil vai aproveitar suas qualidades nesta e na próxima Copa do Mundo. Ele é paciente. Não tem pressa. É muito maduro para a idade, o que é um aspecto importante. Tem a família perto dele. Isso é importante para um jovem”, declarou o técnico.

“[Vou utilizá-lo] No momento correto. Tem que esperar um pouco, mas será importante”, resumiu.

Com base nos treinos da semana no Columbia Park, em Nova Jersey, o Brasil deve ir a campo com: Alisson; Danilo, Gabriel Magalhães, Marquinhos e Douglas Santos; Casemiro (Fabinho) e Bruno Guimarães; Luiz Henrique (Lucas Paquetá), Raphinha, Vinícius Júnior e Igor Thiago.

Sobre o Haiti, Ancelotti pregou respeito ao adversário, que ocupa a 85ª posição no ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa). O Brasil iniciou a Copa em sexto. A diferença de 79 postos é a maior deste Mundial.

Os caribenhos vêm de derrota por 1 a 0 para a Escócia na estreia, sábado passado, em Boston.

“O jogo contra a Escócia foi muito equilibrado e o Haiti mostrou qualidade. Uma equipe bem organizada, com jogadores de ataque bons e fortes. Temos de respeitar como todos os rivais. A Copa do Mundo já nos mostrou que não há partidas com resultados claros. São sempre jogos competitivos”, concluiu.

Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Messi iguala Klose e se torna o maior artilheiro das Copas

Craque argentino marca três gols na estreia contra a Argélia e chega a 16 gols em Copas do Mundo

A Argentina começou sua caminhada na Copa do Mundo de 2026 com vitória e mais um capítulo histórico de Lionel Messi. O camisa 10 marcou três vezes no triunfo sobre a Argélia e alcançou a marca de 16 gols em Mundiais, igualando o alemão Miroslav Klose entre os maiores artilheiros da história da competição. A atuação diante da Argélia confirmou que, mesmo aos 39 anos, Messi segue decisivo em grandes torneios.

Entre os dez maiores artilheiros da história dos Mundiais, apenas Messi e o francês Kylian Mbappé continuam em atividade. O atacante francês marcou dois gols na vitória da França sobre o Senegal e chegou à marca de 14 gols em Copas, superando Pelé.

O camisa 10 segue sendo a principal referência técnica da Seleção Argentina, atual campeã mundial, que busca mais uma campanha de destaque no torneio disputado nos Estados Unidos, México e Canadá.

Disputa pelo topo com Mbappé

A disputa pelo recorde promete ser um dos principais atrativos da Copa do Mundo de 2026. A cada partida de Argentina e França, as atenções estarão voltadas para os craques, que podem se tornar artilheiros isolados da história dos Mundiais.

Veja o top 10 dos maiores artilheiros da história das Copas

Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto: Canva