Obras de infraestrutura avançam em Valparaíso de Goiás

De drenagem e pavimentação a calçadas e novos equipamentos públicos, município amplia investimentos em infraestrutura e mobilidade urbana

Valparaíso de Goiás vive uma ampla frente de obras de infraestrutura que está transformando diferentes regiões do município. As ações incluem drenagem, pavimentação asfáltica, construção de calçadas e melhorias urbanas, levando mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para os moradores de bairros que aguardavam há anos por investimentos.

Por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, coordenada pelo vice-prefeito Waguinho, as intervenções avançam em bairros como Ipanema, Jockey Club, Vila Isabel, Marajó e Santa Rita, com serviços que buscam solucionar problemas históricos e melhorar as condições de circulação e acesso.

“Estamos levando infraestrutura para bairros que esperaram por essas melhorias durante muitos anos. Nosso objetivo é avançar cada vez mais, com obras que resolvam problemas, melhorem a mobilidade e tragam mais segurança e qualidade de vida para quem mora em Valparaíso. É um trabalho que precisa chegar a todas as regiões da cidade”, destaca o prefeito.

No Bairro Ipanema, as obras de asfalto, calçadas e infraestrutura representam uma mudança importante para os moradores. A pavimentação contribui para reduzir os transtornos causados pela lama e pela poeira, enquanto as novas calçadas ampliam a segurança e facilitam o deslocamento de pedestres.

No Jockey Club, as melhorias também acontecem em diferentes frentes. O bairro recebe obras de drenagem para auxiliar no enfrentamento dos alagamentos, teve sua unidade de saúde reformada e agora avança com a pavimentação asfáltica. São intervenções que atendem demandas antigas da comunidade e transformam a realidade de quem conviveu por décadas com ruas sem a infraestrutura adequada.

“Para quem mora aqui, é uma mudança que a gente esperava há muito tempo. Antes era lama quando chovia e muita poeira nos períodos secos. Ver a drenagem, a unidade de saúde reformada e agora o asfalto chegando mostra que o bairro está recebendo a atenção que precisava”, relata um morador do Jockey Club.

Outra frente de destaque está no Jardim Oriente, onde, em parceria com a Goinfra e com apoio do Governo de Goiás, está sendo realizada a pavimentação de 100% do bairro. O investimento é de R$ 5 milhões, com aplicação de asfalto CBUQ, garantindo uma pavimentação mais resistente e adequada ao tráfego. A obra representa um avanço importante para a mobilidade urbana e para a redução dos transtornos provocados por buracos, poeira e alagamentos.

O Jardim Oriente também recebe outros investimentos que ampliam a estrutura disponível para a população. Entre eles estão a construção de uma piscina semiolímpica coberta, uma nova praça com área de convivência nas proximidades da SANFRA e a implantação do Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), que contará com equipamentos modernos e ampliará o atendimento especializado em saúde bucal para a população.

No Bairro Anhanguera, a infraestrutura urbana também ganha reforço com a construção de aproximadamente 1 quilômetro de calçada na Rua Carijós. A ação é realizada pela Secretaria de Infraestrutura em parceria com a Secretaria de Políticas Penais e Cidadania, coordenada pelo secretário de Políticas Penais, Sassá Sampaio, utilizando mão de obra carcerária.

Além de contribuir para a recuperação e qualificação dos espaços urbanos, a iniciativa amplia as condições de acessibilidade, segurança e circulação dos pedestres, transformando espaços que antes apresentavam dificuldades de deslocamento.

As diferentes frentes de trabalho fazem parte de um conjunto de ações voltadas à ampliação da infraestrutura urbana de Valparaíso de Goiás. Com investimentos em drenagem, esgoto, pavimentação e calçadas, o município avança na construção de uma estrutura urbana mais segura, acessível e preparada para atender às necessidades da população.

O trabalho segue em ritmo acelerado, levando obras para diferentes bairros e transformando demandas antigas em melhorias concretas para quem vive em Valparaíso.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Secom PMVG | Foto: Secom PMVG

Mais de 50% das mulheres dizem ter sofrido violência de parceiros

Somente 11% dos homens admitem ter cometido agressões

Mais da metade das brasileiras (54%) que já tiveram relacionamento com homens declararam ter sofrido algum tipo de violência. No entanto, apenas 11% dos homens que já tiveram relacionamento com mulheres admitem ter cometido agressões contra parceiras ou ex-parceiras.

Os resultados constam na pesquisa 20 anos da Lei Maria da Penha: percepção da sociedade brasileira, feita pelo Instituto Patrícia Galvão e Instituto Locomotiva, com o apoio da Uber, divulgada nesta quarta-feira (29).

O objetivo do estudo, que ouviu 1,5 mil pessoas a partir de 16 anos de todas as regiões do país, em abril de 2026, é apresentar um retrato atualizado de como a sociedade brasileira percebe a violência doméstica e familiar.

“A violência contra a mulher no Brasil segue em patamares alarmantes e crescentes: em 2025, a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 registrou mais de 1 milhão de atendimentos, um aumento de 45% em relação ao ano anterior, e 155 mil denúncias de violência, o que equivale a 425 casos por dia”, diz Vera Vieira, diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão.

Vera avalia que os números revelam não apenas a persistência de agressões físicas, psicológicas, sexuais e patrimoniais no ambiente doméstico, mas os desafios ainda enfrentados para a efetiva proteção das mulheres, mesmo depois de duas décadas da Lei Maria da Penha. 

A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), sancionada em 7 de agosto de 2006, é considerada um dos mais importantes marcos legais no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres no Brasil.

O principal entrave apontado pelas mulheres para efetivar uma denúncia de violência doméstica e familiar é a sensação de impunidade, mencionada por 56% das entrevistadas. Em seguida, a lentidão da Justiça na condução dos processos relacionados à violência doméstica no Brasil é citada por 39%.

Além disso, a maioria das mulheres (77%) acredita que os homens ainda não entendem determinadas atitudes como violência, e 82% consideram que muitos homens se omitem diante de outros homens. A violência que as mulheres mais relatam ter sofrido de um parceiro ou ex-parceiro é a psicológica (42%), seguida pela física (25%).

Ao presenciarem uma situação de violência contra a mulher, as mulheres afirmam com mais frequência que acionariam a polícia ou outras autoridades, enquanto os homens mencionam mais a intervenção direta, com ou sem uso da força. A Delegacia da Mulher é o canal de apoio mais conhecido pelas brasileiras, mencionado por 3 em cada 4 mulheres.

Segundo as entidades que produziram a pesquisa, os resultados mostram avanços importantes promovidos pela legislação, mas indicam que a violência de gênero permanece como um problema estrutural, e concluem que a superação desse cenário exige atuação articulada do Estado.

Conhecimento sobre a Lei

“Os dados mostram a Lei Maria da Penha como um mecanismo consolidado e reconhecido pela sociedade como essencial na proteção das mulheres. No entanto, o estudo também acende um alerta: a lei, isoladamente, não é vista como suficiente no enfrentamento à violência doméstica”, afirmou Maíra Saruê, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva.

A pesquisa conclui que, após 20 anos, a Lei Maria da Penha é amplamente difundida no Brasil e que praticamente toda a população conhece ou já ouviu falar dela. Metade das mulheres (49%) afirma conhecer bem a legislação. Apesar disso, 82% das brasileiras entendem que, sozinha, ela não é suficiente para enfrentar o problema de forma efetiva.

Sete em cada 10 mulheres sentem que essa lei tem impacto real na vida das mulheres e mais da metade (54%) se sente mais protegida pela existência da lei. Para 3 em cada 4 brasileiras, a lei faz com que elas se sintam mais conscientes sobre os riscos de sofrer violência.

A maioria das mulheres avalia que, antes da Lei Maria da Penha, havia maior impunidade e menor proteção às vítimas: 81% acreditam que predominavam a omissão diante da violência e a falta de acolhimento às mulheres, enquanto 64% consideram que as punições aplicadas aos agressores eram brandas.

Essa legislação é espontaneamente descrita pela maioria das brasileiras como destinada à proteção das mulheres. Nove em cada 10 mulheres (88%) afirmam conhecer a previsão da lei para casos de violência física, mas menos da metade (46%) conhece a inclusão da violência patrimonial entre as formas de violência previstas na lei.

As medidas protetivas de urgência presentes na lei são conhecidas por oito em cada 10 brasileiras (83%). No entanto, o conhecimento sobre as medidas de proteção patrimonial alcança apenas 38% dessas mulheres.

A diretora de pesquisa ressalta que uma parcela significativa da população ainda naturaliza comportamentos violentos em relacionamentos, sobretudo aqueles ligados a controle e vigilância.

“Isso é bastante preocupante porque, como mostra a pesquisa, a violência psicológica é a realidade mais frequentemente enfrentada pelas mulheres.”

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Freepik

Estados Unidos prorrogam por mais um ano emergência contra o Brasil

Medida mantém em vigor decreto de 2025 assinado por Trump

A Casa Branca anunciou a prorrogação, por mais um ano, da emergência nacional dos Estados Unidos em relação ao Brasil. A decisão mantém em vigor o decreto assinado pelo presidente norte-americano em 30 de julho de 2025, no qual declarou que políticas e ações do governo brasileiro representam uma ameaça “incomum e extraordinária” à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos. 

O comunicado foi divulgado nesta terça-feira (28) e será publicado na quarta-feira (29) no Federal Register, o diário oficial do governo norte-americano, além de ser encaminhado ao Congresso dos Estados Unidos. Com a renovação, a emergência nacional permanecerá em vigor até, pelo menos, 30 de julho de 2027.

Na justificativa, o governo dos Estados Unidos afirma que persistem as condições que motivaram a edição da Ordem Executiva 14323. Segundo o texto, integrantes do governo brasileiro estariam adotando políticas e práticas que interferem na economia norte-americana, violam direitos humanos, restringem a liberdade de expressão de cidadãos dos Estados Unidos e prejudicam interesses do país na proteção de seus cidadãos e empresas.

O documento também cita a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a Casa Branca, decisões da Corte envolvendo a remoção de conteúdos na internet e a prisão de pessoas por manifestações seriam exemplos de “censura” e continuariam a representar uma ameaça aos interesses norte-americanos.

O governo dos Estados Unidos também volta a afirmar que um ex-presidente brasileiro, sua família e seus apoiadores estariam sendo alvo de perseguição política, o que, segundo a Casa Branca, contribuiria para o enfraquecimento do Estado de Direito e para violações de direitos humanos no Brasil.

Ofensiva estadunidense

A renovação da emergência nacional pelos EUA ocorre após um ano de escalada nas tensões entre os governos dos Estados Unidos e do Brasil. Desde a edição da ordem executiva, em julho de 2025, a administração de Donald Trump adotou uma série de medidas contra o país, incluindo a abertura de investigações comerciais, a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros e críticas às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) relacionadas à moderação de conteúdo em plataformas digitais e aos processos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em resposta, o governo brasileiro intensificou as negociações diplomáticas com autoridades norte-americanas e contestou as medidas na Organização Mundial do Comércio (OMC), alegando que as tarifas violam regras do comércio internacional. Integrantes do Executivo também têm reiterado que o Judiciário brasileiro atua de forma independente, enquanto o STF sustenta que suas decisões seguem a Constituição e a legislação nacional. Apesar das tratativas e das manifestações oficiais, as medidas adotadas pela administração Trump foram mantidas e ampliadas ao longo do último ano.

Até a publicação desta reportagem, o governo brasileiro não havia se manifestado sobre a prorrogação da emergência nacional anunciada nesta terça-feira (28) pela Casa Branca.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Canva

Política municipal fortalece turismo e impulsiona potencial de Valparaíso de Goiás 

A posse do COMTUR reforça a integração entre poder público e iniciativa privada para captar investimentos e valorizar os atrativos locais

Com localização estratégica próxima ao Distrito Federal, vocação para o turismo gastronômico e atrativos naturais, Valparaíso de Goiás vem consolidando o turismo como uma importante ferramenta de desenvolvimento econômico. Mais um passo nessa direção foi dado com a posse dos novos membros do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), órgão responsável por fortalecer a governança do setor e contribuir para a construção de políticas públicas voltadas à atividade turística.

Durante a solenidade, o prefeito Marcus Vinicius destacou que Valparaíso reúne características que colocam o município em posição de destaque na região. Entre os diferenciais estão o Parque Lourdes Meireles, um dos maiores parques urbanos do Centro-Oeste, as cachoeiras, o polo gastronômico e a proximidade com Brasília, fatores que impulsionam a economia local e ampliam o potencial turístico da cidade.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Edvaldo Marajó, ressaltou que a criação do COMTUR representa um passo estratégico para transformar esse potencial em resultados concretos. Segundo ele, o conselho terá a missão de apoiar projetos, buscar recursos junto aos governos estadual e federal e fomentar ações que fortaleçam o comércio e gerem novas oportunidades para a população.

A importância dessa estrutura também foi reforçada pelo secretário municipal de Turismo de Luziânia, que destacou o COMTUR como instrumento essencial de governança. Para ele, a integração entre poder público e iniciativa privada fortalece o turismo e permite que empresários e profissionais do setor contribuam diretamente para o planejamento das políticas públicas. O gestor também afirmou que Valparaíso reúne condições para se consolidar como destino turístico, graças à gastronomia, à hotelaria, à localização privilegiada e ao perfil acolhedor da população.

Além de acompanhar e propor políticas públicas para o setor, o COMTUR atuará como espaço permanente de diálogo entre o poder público e a sociedade civil, incentivando projetos e fortalecendo a identidade turística de Valparaíso de Goiás.

Conselheiros empossados

Gabinete do Prefeito

Lucas Campaneda Franco – Titular

Luiz Henrique Leite Abreu Silva – Suplente

Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico

Francisco Bernardes de Souza – Titular

Uandreson Marcelo Carvalho Alves – Suplente

Secretaria Municipal de Meio Ambiente

Gildásio Almeida de Oliveira – Titular

Alexandre Barbosa Monteiro – Suplente

Secretaria Municipal de Educação

Rosilene de Oliveira Sousa – Titular

Darianny do Nascimento Rodrigues – Suplente

Secretaria Municipal de Cultura e Esporte

Manoel Cleiton de Souza – Titular

Bruna Soares – Suplente

Secretaria Municipal de Governo

Francisco Vicenildo Medeiros – Titular

Thayslane Gomes – Suplente

Câmara Municipal de Vereadores

Maria Bento do Monte – Titular

Ildemar da Vila – Suplente

II – REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL

Rede de Bares, Restaurantes, Lanchonetes e Similares

Adriana Aparecida Aguiar Pinto – Titular

Rafael Alexandre Seixas Assêncio – Suplente

Locadoras de Veículos

Paulo Fernando Barbosa da Silva – Titular

Thomas Pottiker – Suplente

Agências de Viagens

Urivânia Falcão Belchior – Titular

Uherickson Falcão da Silva – Suplente

Cultura e Artesanato

Mauricio Silva – Titular

Adriano Silva Couto – Suplente

POSSE DA DIRETORIA EXECUTIVA

Presidente – Francisco Bernardes de Souza;

Vice-Presidente – Uandreson Marcelo Carvalho Alves.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do Secom PMVG | Foto: Secom PMVG