Prefeitura entrega nova frota e reforça estrutura de limpeza urbana

Oito caminhões, 80 novos colaboradores e novos equipamentos passam a integrar os serviços de limpeza urbana do município.

A Prefeitura de Valparaíso de Goiás entregou uma nova estrutura para reforçar os serviços de limpeza urbana do município. A iniciativa inclui oito novos caminhões de coleta, 80 novos colaboradores e maquinários destinados às equipes que atuam na manutenção e limpeza das vias e espaços públicos.

Os novos caminhões contam com tecnologia embarcada, incluindo câmeras de segurança e sistema de rastreamento. Os recursos permitem ampliar o acompanhamento das operações, contribuir para a segurança dos coletores e oferecer maior controle sobre a execução das rotas de coleta.

Outra novidade será a disponibilização de informações sobre os horários de coleta. Nos próximos dias, os moradores poderão acessar um aplicativo por meio de um link e consultar a previsão de passagem do caminhão em sua região. A ferramenta busca facilitar o planejamento dos moradores e melhorar a comunicação sobre o serviço.

“São caminhões que, além de novos, vão poder fazer com que o nosso morador consiga, de fato, analisar o serviço e garantir que a coleta seja feita no horário e no tempo certo”, destacou o prefeito Marcus Vinicius.

De acordo com o prefeito, o sistema de rastreamento também permitirá comprovar a passagem dos veículos pelas ruas, contribuindo para esclarecer eventuais dúvidas relacionadas à realização da coleta.

Mais equipamentos para as equipes

Além da nova frota de caminhões, a estrutura de limpeza urbana também foi reforçada com novos maquinários. Entre os equipamentos estão roçadeiras e sopradores, que serão utilizados pelas equipes nos serviços de manutenção, limpeza e conservação dos espaços públicos.

Para o secretário de Infraestrutura e Serviços Urbanos, Wagner Paixão, a ampliação da estrutura permitirá organizar melhor as equipes e fortalecer a prestação dos serviços.

“Uma equipe agora organizada, uma equipe completa, com caminhões novos, com maquinários novos. Tenho certeza que a nossa cidade agora terá um novo rumo na questão da limpeza, da higiene da nossa cidade”, afirmou.

Com a renovação da frota, a chegada de novos equipamentos e o reforço das equipes, a Prefeitura busca ampliar a capacidade operacional da limpeza urbana e oferecer mais eficiência, segurança e acompanhamento dos serviços prestados à população.



Alô Valparaíso/* Com as informações da Secom PMVG | Foto: Secom PMVG

Mega-Sena 3.057: prêmio acumula para R$ 95 milhões

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso; próximo sorteio acontece na terça-feira (15)

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso da Mega-Sena 3.057 realizado neste domingo (13). Com o resultado, o prêmio máximo acumulou e chegou a R$ 95 milhões.

Os números sorteados foram: 02 – 04 – 16 – 21 – 48 – 53.

O próximo sorteio da Mega-Sena acontece na terça-feira (15). As apostas podem ser feitas nas casas lotéricas ou pela internet. O volante com seis dezenas marcadas custa R$ 6, enquanto o bilhete com sete números assinalados sai por R$ 42.

Segundo dados da Caixa, a probabilidade de ganhar o prêmio máximo com uma aposta de seis dezenas é de uma em mais de 50 milhões. Já com uma aposta com 20 dezenas, maior número permitido, as chances sobem para uma a cada pouco mais de 1,2 mil. A jogada, no entanto, custa mais de R$ 232 mil.



Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Plataformas vão informar canais de denúncia de violência contra mulher

Ofício de três secretarias busca aprimorar orientação do Ligue 180

As plataformas digitais terão prazo sugerido de 15 dias para informar ao governo federal como funcionam seus canais e mecanismos de denúncia de violência contra mulheres no ambiente digital.

O pedido foi encaminhado em ofício conjunto pelas Secretarias de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e de Enfrentamento à Violência contra Mulheres do Ministério das Mulheres.

A iniciativa tem como objetivo reunir informações que permitam qualificar o atendimento prestado pelo Ligue 180, especialmente na orientação a mulheres vítimas de violência praticada ou disseminada pela internet.

Canais de denúncia

O documento pede às empresas detalhes sobre os fluxos adotados para receber notificações relacionadas à divulgação não autorizada de conteúdo íntimo, conforme previsto no artigo 21 do Marco Civil da Internet e nas diretrizes estabelecidas pelo Decreto 12.976/2026.

Entre as informações pedidas estão:

O governo também quer saber se esses procedimentos são aplicados a conteúdos manipulados ou produzidos com uso de inteligência artificial.

Outras violências

O ofício questiona ainda a existência de canais específicos para denúncias de outras formas de violência digital contra mulheres, incluindo assédio e violência política de gênero.

As plataformas também deverão indicar um ponto focal das empresas no Brasil para facilitar a interlocução com o poder público sobre o tema.

Proteção digital

Segundo o governo, a coleta das informações faz parte dos esforços para estruturar políticas de proteção de direitos no ambiente digital e fortalecer a rede de acolhimento e orientação às mulheres em situação de violência.

Os dados fornecidos pelas plataformas serão utilizados para aprimorar as informações repassadas pelo Ligue 180. A intenção é ampliar a capacidade do serviço de orientar vítimas sobre os canais disponíveis em cada plataforma e os procedimentos necessários para solicitar providências.

O pedido foi formulado em caráter cooperativo, no âmbito das competências dos órgãos envolvidos, e considera as novas obrigações relacionadas à proteção de mulheres no ambiente digital previstas no Decreto 12.976/2026.

Brasília (DF), 07/08/2026 - Violência contra as mulheres. Arte/Agência Brasil

 Arte/Agência Brasil – Arte/Agência Brasil

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Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Contrato de Vorcaro com Barci previa atuação jurídica e consultorias

Documento foi divulgado nesta sexta-feira pelo STF

Um contrato firmado entre o Banco Master, de Daniel Vorcaro, e a Barci de Moraes Sociedade de Advogados previa atuação jurídica “em todas as instâncias do Poder Judiciário” e consultoria estratégica em órgãos como o Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O documento foi divulgado nesta sexta-feira (11) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), depois da suspensão do sigilo das investigações.

O escritório de advocacia tem, entre seus 11 sócios, Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, além de dois filhos do casal, Alexandre Barci de Moraes e Giuliana Barci de Moraes.

Nos documentos da investigação divulgados pelo STF, aparecem dois contratos de prestação de serviços e de honorários advocatícios entre o escritório Barci de Moraes e empresas controladas por Daniel Vorcaro: um com o Banco Master e outro com a Viking Participações.

O contrato com o Banco Master foi assinado em 16 de janeiro de 2024 e prevê atuação em “processos judiciais em todas as instâncias do Poder Judiciário”, além dos serviços de “implantação, acompanhamento e aprimoramento constante e continuado de programa de integridade (compliance); consultoria estratégica e jurídica em procedimentos/inquéritos policiais nas Polícias Federal e Civis e procedimentos administrativos, inclusive perante o Banco Central, a Receita Federal e Cade”.

Já o contrato com a Viking Participações é datado em 12 de maio de 2025 e está redigido em papel timbrado do escritório Barci de Moraes, mas não possui assinaturas. Esse documento prevê “consultoria estratégica e atuação jurídica em processos judiciais em todas as instâncias do Poder Judiciário”.

Cada contrato previa ainda pagamentos mensais de R$ 3 milhões, ao longo de 36 meses, o que dá um total de R$ 108 milhões, em cada um.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Barci de Moraes informou que “o escritório possuía somente uma contratação com o Master e nega qualquer transferência ou substituição do contrato”. Segundo o escritório, “a proposta do Banco Master não foi aceita, nada foi assinado e o contrato original foi extinto com a liquidação do banco, o que encerrou qualquer vínculo com a instituição”.

Entenda o caso

Na noite de quinta-feira (10), a pedido de Edson Fachin, presidente da Corte, o ministro André Mendonça retirou o sigilo de parte das investigações sobre o Banco Master, do qual é relator.

Mendonça manteve, contudo, algumas apurações sob sigilo. A ordem de Fachin vem após a grave crise que tomou o STF com as decisões tomadas por Mendonça. Inicialmente ele revelou supostas trocas de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Ricardo Stuckert/PR