Prefeitura de Valparaíso promove roda de conversa sobre aleitamento materno

Encontro integra programação do Agosto Dourado e será voltado às gestantes do município

A Prefeitura de Valparaíso de Goiás, por meio do Centro Integrado de Atendimento à Mulher (CIAM), realiza no próximo dia 6 de agosto, às 13h, a 2ª Roda de Conversa – Agosto Dourado, iniciativa voltada às gestantes do município em alusão ao mês de incentivo ao aleitamento materno.

O encontro tem como objetivo oferecer um espaço de acolhimento, troca de experiências e orientações sobre os benefícios, os desafios e os cuidados relacionados à amamentação e à maternidade, contribuindo para a promoção da saúde materno-infantil.

A programação contará com a participação de uma equipe multiprofissional formada por obstetra, psicóloga, nutricionista, enfermeira, especialista em Banco de Leite e defensora pública, que abordarão temas relacionados ao aleitamento materno, aos cuidados durante a gestação e aos direitos garantidos às gestantes e puérperas.

O evento será realizado na sede do CIAM, e as vagas são limitadas. As interessadas devem realizar a inscrição por meio do link disponibilizado abaixo.

Serviço

2ª Roda de Conversa – Agosto Dourado

Data: 6 de agosto de 2026 (quinta-feira)

Horário: 13h

Local: CIAM – Avenida 15 de Junho, no bairro Valparaíso II

Inscrições: FORMULÁRIO 

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Secom PMVG | Foto: Secom PMVG

Gripe: Anvisa aprova nova vacina com 73% de eficácia

Fluprevli combate cepas dos vírus influenza A e B

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina Fluprevli, imunizante trivalente destinado à prevenção da influenza.

A decisão foi publicada nessa segunda-feira (13) e autoriza o uso da vacina para a imunização ativa de pessoas a partir de seis meses de idade contra cepas dos vírus influenza A e B.

De acordo com a Anvisa, os resultados dos estudos clínicos apontaram eficácia de até 73% na prevenção da influenza em adultos e de até 65% em crianças.

As análises que subsidiaram o pedido de registro demonstraram elevadas taxas de soroproteção – quando o organismo apresenta níveis adequados de anticorpos no sangue – e de soroconversão, processo em que o sistema imunológico passa a produzir anticorpos detectáveis após vacinação ou infecção.

Doença

Considerada problema de saúde pública, a influenza é uma infecção viral respiratória. A doença está associada a surtos sazonais e pode provocar complicações que resultam em hospitalizações e mortes.

Os grupos considerados mais vulneráveis às formas graves da influenza são crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades, públicos já priorizados nas campanhas de vacinação.

Próximas etapas

Para que o produto esteja disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), precisa ser avaliado e recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e aprovado pelo Ministério da Saúde. Ainda não há data definida para esse processo.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Inverno pode trazer gatilhos para crises de asma e requer cuidados

Tratamento em dia e outros cuidados podem evitar agravamentos

Janelas fechadas para se proteger do frio, viroses em alta e o contato com cobertores e casacos guardados são alguns dos gatilhos que podem complicar a vida das pessoas com asma no inverno, principalmente crianças e adolescentes. Para prevenir crises e o agravamento do quadro, especialistas recomendam manter o tratamento em dia, para que a inflamação permaneça controlada.

O coordenador da Comissão Científica de Asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Emilio Pizzichini, disse que, no inverno, não é o frio que agrava a asma. Um dos principais fatores que podem engatilhar crises é a maior circulação de vírus no ambiente, que pode acarretar infecções nas vias respiratórias e atacar uma asma que não esteja bem controlada.

“Se a asma não está bem tratada, bem controlada, o resfriado ou a virose adicionam mais uma inflamação na via aérea da pessoa, nos brônquios, e ela pode ter uma crise”, disse à Agência Brasil.

Pizzichini observou que o uso da medicação para o tratamento adequado da asma deve ter atenção o ano inteiro, porque a maioria das asmas precisa ser tratada continuamente. Vacinas contra viroses, como a Influenza (gripe), a Covid e o vírus sincicial respiratório (VSR), também previnem inflamações respiratórias mais graves, acrescenta ele. 

“Quando a pessoa usa a vacina, diminui o risco de ter um agravamento da inflamação da asma, ter uma crise e ser hospitalizada”. 

Emilio Pizzichini descreveu que, no Brasil, existem cerca de 20 milhões de asmáticos que, normalmente, têm uma ou duas infecções respiratórias por ano. 

“A gente não tem um número de especialistas suficiente para atender tudo isso. A infecção respiratória tem que ser tratada na atenção primária, porque as crianças, às vezes, não fazem testes respiratórios para saber se sintomas como o chiado são decorrentes da asma”. 

Risco para crianças e adolescentes

Dados do Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), levantados pela organização sem fins lucrativos Umane, mostram que crianças e adolescentes de 0 a 14 anos responderam por 70,5% das internações por asma em julho de 2024.

Naquele mês, houve 4.034 internações nessa faixa etária, quase o dobro das 2.108 contabilizadas em janeiro.

O Datasus revela ainda que, durante o ano de 2024, o Brasil registrou 52.087 internações por asma, sendo que crianças e adolescentes até 14 anos responderam por 73,7% do total. 

A pneumologista Marcela Marques, do Atendimento Multiassistencial de Saúde da Umane, explicou alguns cuidados que podem minimizar as chances de uma crise de asma:

“A casa deve estar arejada, com o sol batendo, sem mofo ou umidade, com cortinas limpas, sem brinquedos acumulados no quarto da criança, nem bichos de pelúcia. Evitar cobertores e procurar usar mais edredom. E, em vez de ficar varrendo a casa, os pais devem usar um pano úmido, só com água, ou o aspirador”, recomendou.

Outro cuidado importante é evitar a proximidade de fumantes, sejam de cigarro comum, cigarro eletrônico ou narguilé. 

“O fumante passivo é um dos piores aspectos em relação às crises de asma”. 

A pneumologista lamentou que falta orientação dos serviços de saúde para que as famílias iniciem logo o tratamento contra a asma, na primeira internação, de modo a evitar que outras crises aconteçam. Quando o paciente começa o tratamento com a medicação preventiva, novas internações se tornam raras, afirma.

Ela argumenta ainda que, no momento em que a família passa a ser orientada sobre quais são os gatilhos das crises, o que pode ocasioná-las, e o que fazer quando o paciente inicia uma crise, é possível evitar idas frequentes ao pronto-socorro. 

“A família deve ser orientada sobre o plano de crise que deve fazer e, se esse plano não der certo,, se for necessário, a procurar o serviço médico”. 

Aglomeração

O alergista e imunologista Pedro Giavina-Bianchi, do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), acrescenta que, no inverno, devido ao frio, as pessoas ficam mais tempo em lugares fechados, mais aglomeradas, e isso propicia a transmissão dos vírus

“Então, realmente, a gente tem um aumento da frequência, que a gente chama de prevalência, de infecções virais, nessa época, e, por consequência, acaba tendo mais crises de asma também”.

Ele recomendou que os asmáticos evitem, principalmente nesta época do ano, o contato com pessoas que tenham quadros de resfriado ou gripe e não deixem de tomar as vacinas.

“Não só a vacina de influenza, mas a vacina pneumocócica também”.

O membro da Asbai sublinhou que o distanciamento social funciona nessas ocasiões, como ocorreu durante a pandemia da Covid-19

 “A máscara previne a Covid e, também, a transmissão dos outros vírus respiratórios, como rinovírus, influenza, entre outros”.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Canva

Anvisa determina apreensão de lotes falsificados do Mounjaro

Agência também proíbe venda de produtos sem registro no país

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (10/7), a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro. A medida foi tomada após a detentora do registro do medicamento identificar no mercado unidades com características divergentes das originais.

De acordo com a resolução publicada pela agência, os seguintes lotes não podem ser comercializados, distribuídos ou utilizados:

As irregularidades incluem lotes não reconhecidos pela fabricante, números de série incompatíveis, dispositivos de aplicação fora dos padrões originais e erros de grafia na rotulagem.

Produtos sem registro

A Anvisa também proibiu a venda, distribuição, fabricação e divulgação de uma série de produtos sem registro, notificação ou cadastro na agência, fabricados por empresas sem Autorização de Funcionamento.

A medida atinge os itens das seguintes marcas:

-PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. (CNPJ: 12.316.032/0001-80):

-Bálsamos Jes Suplemento Natural Ltda. (CNPJ: 48.244.369/0001-76):

-Muwiz Indústria e Laboratório Ltda. (CNPJ: 08.787.804/0001-94):

A íntegra da Resolução 2.693/2026 pode ser consultada no Diário Oficial da União.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil