Casamento Comunitário de Valparaíso de Goiás é adiado para agosto

A mudança ocorreu devido ao número insuficiente de inscrições. Os casais inscritos serão comunicados oficialmente sobre a nova data da cerimônia

A Prefeitura de Valparaíso de Goiás, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), informa que a 1ª edição do Casamento Comunitário, anteriormente prevista para o dia 04 de julho de 2026, foi adiada.

A decisão foi tomada em razão de não ter sido atingido o número mínimo de inscrições necessário para a realização da cerimônia nesta etapa. Com isso, o evento será remarcado, com previsão de realização no mês de agosto.

As inscrições permanecerão abertas entre os dias 6 e 17 de julho para os casais interessados em participar da iniciativa. Os interessados poderão realizar a inscrição nos seguintes locais:

A iniciativa tem como objetivo garantir o acesso gratuito à oficialização da união civil para casais em situação de vulnerabilidade social, fortalecendo os vínculos familiares e promovendo cidadania.

Para participar, é necessário que pelo menos um dos noivos resida em Valparaíso de Goiás há, no mínimo, dois anos. Além disso, os interessados devem possuir Cadastro Único atualizado no município, com renda per capita de até R$ 810,50. Entre os critérios também estão a idade mínima de 18 anos e a apresentação da documentação exigida para o processo de habilitação do casamento civil.

A Secretaria Municipal de Assistência Social informa que todos os casais que já realizaram suas inscrições serão comunicados oficialmente sobre a nova data, horário e demais orientações assim que o cronograma for definido.

A Prefeitura de Valparaíso de Goiás agradece a compreensão de todos e informa que a nova data será divulgada em breve, garantindo que os participantes recebam todas as orientações necessárias para a realização da cerimônia.

Alô Valparaíso/* Com as informações da Secom PMVG | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF

Saiba como reservar o nome de usuário no WhatsApp

Entenda como funciona o recurso que permite conversar sem compartilhar o número de telefone, quais são as medidas de segurança e quando ele será liberado

O WhatsApp começou a liberar a reserva de nomes de usuário, um recurso que permitirá iniciar conversas sem precisar compartilhar o número de telefone. A novidade está chegando aos poucos e será disponibilizada gradualmente para os mais de 3 bilhões de usuários do aplicativo.

O que muda com o nome de usuário?

Segundo a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, o recurso foi criado para aumentar a privacidade dos usuários. Em vez de compartilhar o número de celular, será possível informar apenas um nome para iniciar uma conversa.

Diferentemente do que acontece em redes sociais, esse nome não cria um perfil público. O app de mensagens também não terá uma lista pública nem uma ferramenta para localizar pessoas. Para encontrar alguém, será preciso saber exatamente qual é o nome escolhido por essa pessoa.

Como reservar um nome de usuário?

A reserva começou a ser liberada para que os usuários garantam o nome desejado antes da liberação do recurso para todos. Quando a novidade estiver disponível na sua conta, o próprio WhatsApp enviará uma notificação.

Depois disso, basta seguir este caminho:

Caso o nome desejado já esteja em uso, o WhatsApp poderá sugerir outras opções.

É seguro usar?

Sim. Além de esconder o número de telefone no primeiro contato, o WhatsApp terá uma camada extra de proteção para limitar quem pode enviar mensagens usando apenas o seu nome. Quem tentar iniciar uma conversa pela primeira vez poderá precisar informar uma chave criada pelo próprio aplicativo.

Essa chave pode ser alterada a qualquer momento. Para contas de menores de 18 anos, ela será ativada automaticamente.

Vale a pena usar o mesmo nome do Instagram?

Depende de como você usa o WhatsApp.

Se o aplicativo é usado apenas para conversar com amigos e familiares, um nome menos óbvio pode oferecer mais privacidade.

Já criadores de conteúdo, empresas e organizações podem preferir usar o mesmo nome do Instagram e do Facebook para facilitar que clientes e seguidores encontrem seus perfis. A Meta informou que será possível reservar o mesmo nome por meio da Central de Contas.

Posso mudar ou apagar o nome depois?

Sim. O nome de usuário pode ser alterado ou removido a qualquer momento nas configurações do WhatsApp.

Para mudar ou excluir o nome de usuário, siga este caminho:

A Meta alerta que, ao apagar o nome de usuário, ele ficará disponível e poderá ser escolhido por outra pessoa. Além disso, quando o recurso estiver disponível para todos, novas conversas voltarão a usar o seu número de telefone.

Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto: Copilot

Polícia mira roubos de celulares por meio de anúncios online

Suspeitos criavam perfis falsos, utilizando identidades masculinas e femininas, para ganhar confiança de vítimas e marcar encontros em locais públicos

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (3), a operação Falso Comprador, contra uma associação criminosa investigada por roubar aparelhos celulares de alto padrão após atrair as vítimas por meio de falsas negociações pela internet.

Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão nas regiões administrativas de Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Gama e Guará, com o apoio de outras delegacias da corporação e da Divisão de Operações Especiais (DOE).

As investigações apontam que o grupo agia de forma organizada e utilizava plataformas digitais de compra e venda para localizar pessoas interessadas em vender smartphones. Em seguida, os criminosos migravam a conversa para aplicativos de mensagens e simulavam uma negociação legítima.

De acordo com a polícia, os suspeitos criavam perfis falsos, utilizando identidades masculinas e femininas, para ganhar a confiança das vítimas e marcar encontros presenciais em locais públicos.

No momento combinado, os criminosos anunciavam o assalto ou pediam para analisar o aparelho e fugiam com o celular. Em alguns casos, quando a vítima ou familiares tentavam impedir a fuga, outros integrantes do grupo apareciam e faziam ameaças com facas e armas de fogo para garantir a escapada.

Um dos fatos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a ousadia da associação criminosa. Em uma das ocorrências, os suspeitos chegaram a oferecer à própria vítima a devolução do celular roubado mediante o pagamento de uma espécie de “resgate”.

As apurações também revelaram que os investigados já possuem antecedentes criminais por roubo, tráfico de drogas e porte de arma. Além disso, eles utilizavam as redes sociais para publicar fotos exibindo armas de fogo e entorpecentes.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, roubo majorado pelo concurso de pessoas e pelo emprego de arma branca e de arma de fogo. Somadas, as penas podem ultrapassar 30 anos de prisão.

Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto: Reprodução/PCDF

1 em 4 jovens não conclui o Ensino Médio no Brasil

Levantamento mostra recorde no acesso à Educação Infantil, mas aponta entraves na conclusão do ensino básico na juventude

Um novo levantamento do Todos Pela Educação, com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), mostra que um em cada quatro jovens brasileiros ainda não conclui o Ensino Médio até os 19 anos. Segundo o estudo, em 2025, 74,3% dos jovens dessa faixa etária haviam concluído essa etapa da educação básica, um aumento de 16,8 pontos percentuais em relação a 2016.

Entre os jovens que abandonaram ou atrasaram os estudos, 6,4% apontaram a necessidade de trabalhar como principal motivo, reforçando a importância de políticas públicas voltadas à permanência escolar.

Taxa de conclusão no Ensino Médio entre jovens de 19 anos, por motivo de não conclusão (2025) – Brasil (%) | Reprodução/Todos pela Educação

As desigualdades regionais permanecem evidentes. O Sudeste (79,6%), o Centro-Oeste (75,4%) e o Sul (73,6%) registram taxas de conclusão acima da média nacional, enquanto Norte (69,1%) e Nordeste (69,3%) apresentam os menores índices.

Os motivos para a não conclusão também variam conforme a região. No Norte e no Nordeste, a maior parte dos jovens que ainda não concluiu o Ensino Médio permanece estudando, indicando que o atraso escolar continua sendo um desafio. Já no Sul, a necessidade de trabalhar aparece com mais força, sendo apontada por 9,1% dos jovens.

As desigualdades raciais também persistem. Em 2025, 81,7% dos jovens brancos e amarelos haviam concluído o Ensino Médio até os 19 anos, ante 69,5% dos jovens pretos, pardos e indígenas (PPI) — uma diferença de 12,2 pontos percentuais.

Educação infantil alcança recorde

O estudo mostra, por outro lado, que o atendimento na Educação Infantil permanece avançando. Em 2025, a categoria registrou o maior percentual da série histórica: 43,3% das crianças de 0 a 3 anos estavam matriculadas em creches. Mesmo assim, o índice ainda está abaixo da meta de 50% prevista pelo Plano Nacional de Educação (PNE) para 2024.

Na pré-escola, o atendimento de crianças de 4 e 5 anos chegou a 96,1% em 2025, também o maior patamar já registrado, aproximando o país da universalização dessa etapa.

Apesar dos avanços, o levantamento aponta que persistem desigualdades raciais, socioeconômicas e regionais, especialmente no acesso às creches. Como a matrícula de crianças de 0 a 3 anos não é obrigatória, é esperado que a taxa de atendimento não alcance 100%. Ainda assim, o estudo mostra que a principal razão para a ausência das crianças na escola continua sendo a opção dos próprios responsáveis, motivo citado por cerca de 35% das famílias ao longo de todo o período analisado.

Já a dificuldade de acesso diminuiu nos últimos anos: passou de 22,1% em 2022 para 17,1% em 2025, uma redução de cinco pontos percentuais. Mesmo assim, esse percentual representa cerca de 1,75 milhão de crianças, evidenciando a necessidade de ampliar a oferta de vagas em creches.

Motivos de não frequentar a Educação Infantil entre crianças de 0 a 3 anos | Reprodução/Todos pela Educação

Alô Valparaíso/* Com as informações do R7 | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília