Crise no STF: 68% defendem aumentar exigências para nomeação de ministros, mostra Quaest

Desconfiança no STF cresce dez pontos em meio à crise na Corte. Percentual voltou ao mesmo patamar registrado em abril e maio.

A maioria dos brasileiros (53%) defende a adoção de um código de ética e de mandatos fixos para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é da pesquisa Quaest, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo e divulgada nesta segunda-feira (14). A margem de erro do levantamento é de dois pontos.

A Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de setembro, em meio à crise interna que assolou a Corte. O STF vive atualmente conflitos internos, com um embate entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça envolvendo as investigaçãos do Caso Master.

Os eleitores foram questionados sobre seis propostas de mudanças na Corte e podiam responder se eram favoráveis ou contrários a cada uma delas. Segundo a pesquisa, 53% se disseram favoráveis a “estabelecer um mandato com tempo fixo para os ministros”, enquanto 30% foram contra a medida. Outros 4% disseram não ser “nem a favor, nem contra”, e 13% não souberam responder.

A maior parte dos entrevistados (68%) também disse ser favorável a “aumentar as exigências” para a chegada de novos nomes ao Supremo. Além disso, 50% dos eleitores apoiam que o Congresso Nacional e o Judiciário possam indicar magistrados para o Supremo. Atualmente, a escolha é feita pelo presidente da República.

Os ministros do STF precisam se submeter à idade mínima de nomeação, que é de 35 anos, e à aposentadoria compulsória, aos 75 anos, mas não há um tempo fixo para atuação na Corte. A seção de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) defendeu em carta um mandato fixo de 12 anos para ministros da Corte.

Todos os poderes afetados

Ainda segundo o levantamento da Quaest, 46% dos entrevistados consideram que o caso Master afeta negativamente todos os Poderes de maneira igual. Para 17%, o caso afeta apenas o STF. Outros 15% apontam o governo anterior e a família Bolsonaro. Para 9%, o impacto negativo recai sobre o governo Lula e políticos do PT. O Banco Central foi citado por 2% dos entrevistados. Para 1%, o caso afeta negativamente o Congresso Nacional; outro 1% considera que não afeta nenhum deles. Os que não sabem ou não responderam somam 17%.

Desconfiança no STF

O levantamento também captou que 56% dizem “não confiar” no Supremo, enquanto 9% dizem “confiar muito”. Outros 30% responderam “confiar pouco”. O número subiu dez pontos em relação à pesquisa passada, divulgada em agosto.

O percentual voltou a patamares próximos aos registrados nos meses de abril e maio de 2026. Em abril, 53% dos entrevistados diziam não confiar no STF. Em maio, o índice chegou a 55%.



Alô Valparaíso/* Com as informações do g1 | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom | Agência Brasil

Caiado pede afastamento de Moraes; Zema diz que Brasil está virando ‘país de bananas’

Candidatos à Presidência comentaram julgamento do STF desta terça-feira (15)

Os candidatos à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), elevaram nesta terça-feira (15) o tom das críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ao ministro Alexandre de Moraes antes do início da sessão extraordinária da Corte sobre o caso envolvendo o magistrado e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Em publicação no X, Caiado afirmou que o julgamento é “histórico” e defendeu o afastamento imediato de Moraes. “Eu nunca vi um escândalo dessa gravidade atingir o Supremo”, escreveu. Segundo ele, o episódio teria exposto falta de “decoro, senso público e o mínimo de liturgia no exercício do cargo”. “A única atitude aceitável será o afastamento imediato do ministro Alexandre de Moraes”, afirmou.

Em outro post, Caiado vinculou a crise no Supremo a uma proposta de reforma do Judiciário, caso seja eleito presidente. Disse que pretende estabelecer idade mínima de 60 anos para ministros do STF, exigir “comprovado conhecimento jurídico em todo o País”, criar quarentena de quatro anos para retorno à profissão e de oito anos para disputa de cargos políticos. Também prometeu indicar quatro mulheres para a Corte.

Zema chegou a Brasília pela manhã para participar de uma manifestação organizada pelo Novo em frente ao Congresso Nacional. Antes do ato, afirmou em transmissão nas redes sociais que esta terça-feira seria “talvez um dos dias mais importantes da história do Brasil” e defendeu a abertura de investigação contra Moraes.

“O Brasil tá virando uma republiqueta de bananas com esses senhores”, afirmou o governador mineiro ao criticar integrantes do Supremo. Zema disse esperar que ministros da Corte votem pela apuração do caso e afirmou que uma investigação seria necessária para recuperar a credibilidade do tribunal. Além disso, classificou os votos do Ministro Fachin e da Ministra Cármen Lúcia como “decisivos”.

“Espero que a investigação seja aberta. Espero que ela seja conduzida com o maior cuidado e critério. E, como todos nós sabemos, que os envolvidos sejam punidos”, afirmou.

Zema também disse esperar que Moraes seja “só o primeiro” a ser investigado e afirmou que haveria “mais frutas podres” no Supremo. Em outro momento da transmissão, classificou a sessão como um “momento decisivo” e disse considerá-la “muito mais importante do que final de Copa do Mundo”.

“Final de Copa do Mundo, se o Brasil ganhou, não muda a vida de ninguém. Agora, o que nós estamos vendo hoje, o que vai ocorrer daqui a pouco, muda a vida de todos para sempre”, afirmou.



Alô Valparaíso/* Com as informações do R7 | Foto: Reprodução e Marcelo Camargo/Agência Brasil

Câncer: estudo alerta para riscos de melanoma fora da pele

Especialistas alertam para importância do diagnóstico precoce

Nem todo melanoma está relacionado ao câncer de pele, esclarece a Fundação do Câncer. Com origem nas células produtoras de melanina (melanócitos), o melanoma também pode se manifestar nas estruturas extracutâneas (extrapele), como no olho; em mucosas, como as da cavidade oral; e órgãos internos dos sistemas genital e digestório.

Esse tipo de neoplasia maligna é menos frequente, porém mais agressivo e letal porque tem maior possibilidade de provocar metástase e, com isso, se espalhar para tecidos e órgãos vizinhos.

A 12ª edição do boletim Análises e Tendências em Câncer, lançado pela fundação nesse mês, foca no estudo do melanoma de pele e extracutâneo. Com o título Melanoma: nem sempre na pele, a publicação destaca que conhecer este tipo de câncer é o primeiro passo para enfrentá-lo.

“Para enfrentar o câncer, não basta tratar. É preciso conhecer. Conhecer para prevenir, diagnosticar mais cedo, planejar melhor os serviços de saúde e orientar políticas públicas capazes de salvar vidas”, diz o boletim.

Anualmente, as edições do boletim da Fundação do Câncer mostram um retrato epidemiológico da doença no Brasil e têm o objetivo de alertar a sociedade e orientar profissionais sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do combate ao câncer.

Os dados do boletim são da plataforma info.oncollect, sistema que integra a coleta, a organização e a análise de dados relativos a registros hospitalares de oncologia.

Enfrentando o melanoma

09/09/2026 - Estudo da Fundação do Câncer destaca que melanoma nem sempre é na pele - Na foto Alfredo Scaff, consultor médico da Fundação do Câncer e coordenador do estudo. Foto: Hugo Vilarroel/ Divulgação
Alfredo Scaff, consultor médico da Fundação do Câncer e coordenador do estudo – Foto: Hugo Vilarroel/ Divulgação

O estudo mostra também que o enfrentamento do melanoma de pele e extrapele no Brasil requer prevenção, diagnóstico precoce, qualificação dos registros, acesso oportuno ao tratamento e articulação entre atenção básica, dermatologia, oftalmologia, oncologia e demais especialidades médicas, como destaca o consultor médico da Fundação do Câncer e coordenador do estudo, Alfredo Scaff.

“Controlar o câncer é realizar o diagnóstico da forma mais precoce possível, iniciar o tratamento da forma mais oportuna para que as pessoas se tratem e se curem do câncer. O câncer é uma doença que tem cura quando diagnosticado e tratado precocemente”, destaca.

Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o padrão do tratamento do melanoma é a cirurgia da lesão primária e a remoção dos linfonodos (gânglios linfáticos) envolvidos.

A partir dessas terapias, no Brasil, entre 2014 e 2023, a cirurgia foi o principal tratamento inicial para o melanoma de pele em todas as regiões do país, representando 84,7% de todos os procedimentos registrados.

A Região Sudeste lidera a realização de cirurgias como primeiro tratamento deste tipo de câncer, com 89,6% dos casos, enquanto o Norte apresentou o menor percentual (64,4%).

Quanto ao deslocamento entre localidades para tratamento oncológico, os pesquisadores observaram que a maior parte dos pacientes realizou o tratamento na própria região de residência. Exceto no Centro-Oeste, onde foi observada a maior necessidade de deslocamento para o tratamento oncológico (20,2%). Segundo a Fundação do Câncer, esse é um sinal de “um importante gargalo de acesso à assistência especializada.”

Outros tratamentos

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) destaca que a quimioterapia é amplamente adotada no tratamento de melanomas.

Adicionalmente, em 2016, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou no Brasil o uso dos medicamentos da classe chamada de anti-PD-1: nivolumabe, pembrolizumabe; e mais recentemente, o tebentafuspe (específico para melanoma ocular metastático/inoperável).

Em 2020, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) aprovou a primeira imunoterapia no SUS para o tratamento do melanoma metastático, com dois agentes anti-PD1 (nivolumabe e pembrolizumabe).

O consultor médico da Fundação do Câncer e coordenador do estudo, Alfredo Scaff, ressalta que a chegada dos medicamentos de ponta aumentou a taxa de resposta aos tratamentos oncológicos, elevando expressivamente a sobrevida de pacientes com melanoma avançado ou em fase metastática.

“Isso é um marco, já que a resposta clínica, ou seja, a melhora dos pacientes saltou de menos de 10% dos pacientes em quimioterapia para até 70% de melhora clínica dos pacientes em imunoterapia. Isso é revolucionário”, comemorou.

Porém, o coordenador de Assistência do Inca, Gélcio Mendes, aponta que, em relação ao tratamento do melanoma extracutâneo, as evidências para uso de imunoterapia são escassas. “Muitas sem nenhuma efetividade”, disse.

São Paulo (SP), 09/09/2026. - O coordenador de Assistência do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Gélcio Mendes. Foto: Carlos Leite/INCA
O coordenador de Assistência do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Gélcio Mendes – Foto: Carlos Leite/Inca

O Inca explica que novas tecnologias no tratamento de neoplasias costumam somar-se às terapias antigas eficazes, e não substituí-las.

“É importante levar em conta a magnitude do benefício atingido nos estudos [eficácia], o desempenho dessa tecnologia no mundo real [efetividade], a relação entre custos e benefícios [custo-efetividade, eficiência], e a capacidade de financiamento, dados os custos elevados de aquisição e implantação. Outro aspecto é a estrutura do sistema para a incorporação de tecnologias dependentes de estruturas mais complexas”, acrescentou Mendes.

O entrave do custo

Mesmo com os avanços, os especialistas apontam que o alto custo desses medicamentos continua sendo uma grande barreira para que os pacientes dependentes do SUS tenham acesso à imunoterapia em tempo hábil.

Segundo Alfredo Scaff, a superação desse gargalo financeiro passa pela possibilidade da compra centralizada dos insumos por parte do Ministério da Saúde e órgãos ligados à pasta, articulada a uma política de industrialização da saúde com o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS), com o objetivo final de conseguir produtos com valores mais acessíveis junto ao mercado farmacêutico.

“Usando o poder de compra do SUS para poder negociar preços e ampliar a produção nacional consegue-se baixar muito o custo desses medicamentos e ter a garantia da produção nacional”, disse o consultor da Fundação do Câncer.

O coordenador de Assistência do Inca admite o alto custo dessa terapia, que, por isso, é limitada a poucos pacientes do SUS. Gélcio Mendes explicou que, atualmente, encontram-se em tramitação as modificações no marco legal (portarias) que preveem a ampliação do programa de Assistência Farmacêutica em Oncologia no SUS (AF-Onco), e um dos focos é o acesso a esses agentes.

“Com a nova política de medicamentos oncológicos, expressa pelas portarias da Assistência Farmacêutica em Oncologia [AF-Onco], espera-se dar acesso aos pacientes com melanoma metastático à imunoterapia, dentro dos parâmetros aprovados e pactuados pela Conitec, assim como de diversas outras tecnologias.”

Alfredo Scaff ressaltou que, embora a legislação represente um avanço formal, o fluxo logístico para a distribuição dos remédios de alta tecnologia até a ponta do sistema de saúde ainda está sendo discutido e remodelada pelo Ministério da Saúde.

“Todos esses mecanismos práticos de como vão se dar essa compra e o repasse aos hospitais ainda dependem de pactuação entre gestores. É esse processo que nós estamos acompanhando e que ainda está em construção”, explicou o coordenador do estudo.

O repasse efetivo desses medicamentos às unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacons) e aos centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacons) permanece sob negociação intergovernamental, segundo Scaff.

Dados do estudo sobre melanoma extrapele

Estudo epidemiológico com registros hospitalares no Brasil com avaliação de 42.255 casos aponta que 92,2% eram melanomas cutâneos; 5,7%, oculares e 2,5%, de mucosa.

Entre 1990 e 2021, considerando apenas os melanomas extrapele, foram registrados 1.324 novos casos no país, sendo 523 ocorrências em homens e 801, em mulheres.

O olho foi a principal localização primária (75%) dos casos extracutâneos, seguido pelos órgãos genitais (12,8%) e do sistema digestório (8,2%).

Nos 993 casos analisados de melanoma ocular, 447 (45%) foram em homens e 546 (55%), em mulheres.

Diante dos números, a Fundação do Câncer alerta que, diferentemente do melanoma cutâneo, o ocular pode permanecer assintomático nas fases iniciais e passar despercebido, sendo identificado apenas em exames de rotina.

Os sintomas são inespecíficos e, por isso, podem retardar o diagnóstico. São eles: visão embaçada, flashes luminosos, manchas no campo visual e perda visual. Por isso, o estudo alerta para necessidade do diagnóstico precoce.

Melanoma de pele

A exposição à radiação ultravioleta (UV) é o principal fator de risco para todos os tipos de câncer de pele. O risco varia conforme o tipo de pele, sendo maior em indivíduos de pele clara, e depende da intensidade e do padrão de exposição solar.

Embora o câncer de pele seja a neoplasia maligna mais frequente no Brasil, o melanoma de pele representa apenas 4% dos tumores malignos desse órgão. Mesmo sendo menos frequente, esse tipo de tumor apresenta maior agressividade e potencial de disseminação.

Entre 1990 a 2021, a última edição do boletim info.oncollect da Fundação do Câncer também registrou 30.614 casos novos de melanoma de pele no Brasil, sendo mais frequentes em mulheres (15.714 ou 51,3% das ocorrências). Os dados indicam que 14,9 mil casos (48,7%) foram em pacientes homens.

No período analisado, os maiores percentuais ocorreram no tronco (22,4%), membros inferiores (19,1%) e membros superiores (13,8%). A entidade destaca que os homens apresentaram mais diagnósticos de melanoma na orelha, couro cabeludo, pescoço e tronco. Já as mulheres apresentaram mais diagnósticos de melanoma na face, membros inferiores e superiores, nesta ordem.

Mortalidade

Com relação à mortalidade no Brasil, o Inca registrou, em 2023, 2.047 mortes por melanoma de pele. Entre os homens, foram registrados 1.176 óbitos (1,14 por 100 mil homens) e, entre as mulheres, 871 (0,8 por 100 mil mulheres).

A taxa média para o período de 2020 a 2024 foi de seis óbitos a cada 1 milhão de habitantes no Brasil, com maiores registros entre homens (oito óbitos por 1 milhão) do que entre mulheres (cinco óbitos por 1 milhão).

Por região

A análise epidemiológica dos dados sobre melanoma cutâneo revela que as regiões com menor incidência e mortalidade apresentam uma maior letalidade, como é o caso do Norte do país. A Fundação do Câncer sugere que a situação se deve ao diagnóstico tardio e a barreiras de acesso à assistência especializada.

O Sul apresentou as maiores taxas de incidência do tumor de melanoma na pele, com 44,40 casos por 1 milhão — mais que o dobro da média nacional (19,20). No Sul, o melanoma de pele ocupa a sétima posição em incidência de cânceres em mulheres e a nona em homens.

Incidência estimada

O Inca projeta para este ano 9.360 novos casos de câncer de pele melanoma no Brasil. São esperados 19,2 casos novos a cada 1 milhão de habitantes, sendo o maior risco entre os homens (23,8 casos por 1 milhão) em comparação às mulheres (17,3 casos por 1 milhão).

Os números integram as últimas estimativas do instituto referentes ao triênio 2026/2028. Essas estimativas orientam o planejamento de políticas públicas e ações no SUS para o setor.

O estudo completo da Fundação do Câncer pode ser consultado neste link.



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

DPE-GO realiza mutirão de mediação familiar em Valparaíso de Goiás sábado (19)

Programação reúne atendimentos previamente agendados e também prevê o acolhimento de demandas espontâneas relacionadas às áreas de famílias e sucessões

A Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) realiza, neste sábado (19/09), um mutirão de atendimentos voltados à mediação de conflitos familiares na Unidade de Valparaíso de Goiás. A programação, das 8h30 às 17 horas, reúne atendimentos previamente agendados e também prevê o acolhimento de demandas espontâneas relacionadas às áreas de famílias e sucessões.

A ação terá aproximadamente 35 sessões de mediação para pessoas envolvidas em conflitos familiares e cerca de 15 atendimentos destinados a demandas que necessitem de orientação jurídica e eventual atuação judicial. Além dos casos previamente agendados, a equipe da DPE-GO estará disponível para receber pessoas que procurem espontaneamente a unidade, conforme a capacidade de atendimento e a organização da ação.

Serviços durante o mutirão, serão ofertados os seguintes serviços:

A mediação é uma forma de resolução de conflitos que busca facilitar o diálogo entre as partes e contribuir para a construção de soluções consensuais. Em questões familiares, o procedimento pode possibilitar que os envolvidos encontrem uma solução para a demanda sem a necessidade de um processo judicial, quando houver condições para o acordo.

A iniciativa é promovida pela 1ª Defensoria Pública Especializada de Atendimento Inicial, Famílias e Sucessões de Valparaíso de Goiás, em conjunto com a 1ª Subcoordenação do Núcleo Especializado em Atuação Extrajudicial (NAE).

O mutirão integra as ações da DPE-GO voltadas à ampliação do acesso à Justiça e ao incentivo à resolução consensual de conflitos, especialmente em demandas que envolvem relações familiares.



Alô Valparaíso/* Com as informações da Dicom/DPE-GO | Foto: Amanda Costa (Dicom/DPE-GO)