Caiado diz que passou a noite bem e deve sair do hospital amanhã

Ex-governador de Goiás enfrenta pneumonia, mas já planeja retomar agenda de campanha

O candidato à presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou em suas redes sociais neste sábado (12) que passou a noite bem e que deve sair do hospital no domingo. O presidenciável pretende retornar sua agenda de campanha já na segunda-feira.

Caiado foi diagnosticado com pneumonia na noite desta quinta-feira (10). Inicialmente, nota médica apontou quadro clínico compatível com faringite aguda. Contudo, uma tomografia de tórax confirmou que o diagnóstico era, na verdade, pneumonia.

O ex-governador de Goiás está internado em hospital na capital paulista desde a quinta-feira (10).

Passei a noite bem e acompanhado da minha Gracinha. Estou cada vez melhor, firme e me recuperando. Se Deus quiser, amanhã estarei em casa e segunda de volta às agendas pelo Brasil. Agradeço de coração cada mensagem de carinho!

— Ronaldo Caiado (@ronaldocaiado) September 12, 2026

A equipe de Caiado afirmou que a internação, a princípio, tinha o objetivo de “acelerar a recuperação para retomar o mais breve possível os compromissos da agenda de campanha”. Ele está sob os cuidados da cardiologista goiana Ludhmila Abrahão Hajjar, médica de confiança de Caiado.

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Alô Valparaíso/* Com as informações do R7 | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Plataformas vão informar canais de denúncia de violência contra mulher

Ofício de três secretarias busca aprimorar orientação do Ligue 180

As plataformas digitais terão prazo sugerido de 15 dias para informar ao governo federal como funcionam seus canais e mecanismos de denúncia de violência contra mulheres no ambiente digital.

O pedido foi encaminhado em ofício conjunto pelas Secretarias de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e de Enfrentamento à Violência contra Mulheres do Ministério das Mulheres.

A iniciativa tem como objetivo reunir informações que permitam qualificar o atendimento prestado pelo Ligue 180, especialmente na orientação a mulheres vítimas de violência praticada ou disseminada pela internet.

Canais de denúncia

O documento pede às empresas detalhes sobre os fluxos adotados para receber notificações relacionadas à divulgação não autorizada de conteúdo íntimo, conforme previsto no artigo 21 do Marco Civil da Internet e nas diretrizes estabelecidas pelo Decreto 12.976/2026.

Entre as informações pedidas estão:

O governo também quer saber se esses procedimentos são aplicados a conteúdos manipulados ou produzidos com uso de inteligência artificial.

Outras violências

O ofício questiona ainda a existência de canais específicos para denúncias de outras formas de violência digital contra mulheres, incluindo assédio e violência política de gênero.

As plataformas também deverão indicar um ponto focal das empresas no Brasil para facilitar a interlocução com o poder público sobre o tema.

Proteção digital

Segundo o governo, a coleta das informações faz parte dos esforços para estruturar políticas de proteção de direitos no ambiente digital e fortalecer a rede de acolhimento e orientação às mulheres em situação de violência.

Os dados fornecidos pelas plataformas serão utilizados para aprimorar as informações repassadas pelo Ligue 180. A intenção é ampliar a capacidade do serviço de orientar vítimas sobre os canais disponíveis em cada plataforma e os procedimentos necessários para solicitar providências.

O pedido foi formulado em caráter cooperativo, no âmbito das competências dos órgãos envolvidos, e considera as novas obrigações relacionadas à proteção de mulheres no ambiente digital previstas no Decreto 12.976/2026.

Brasília (DF), 07/08/2026 - Violência contra as mulheres. Arte/Agência Brasil

 Arte/Agência Brasil – Arte/Agência Brasil

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Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Brasileirão terá campanha de conscientização sobre doação de órgãos

Ação estará presente nos dez jogos da 27ª rodada da Série A

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta sexta-feira (11) que a 27ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro contará com uma campanha de conscientização a respeito da doação de órgãos. A ação, feita em parceria com a fundação Pró-Rim, estará presente nos dez jogos desta jornada, que começa hoje com o clássico entre Coritiba e Athletico-PR, em Curitiba, e termina na segunda-feira (14) com o confronto entre Bahia e Remo, em Salvador.

A iniciativa, chamada “Um Sim pela Vida”, faz parte da agenda do Setembro Verde, período de mobilização pela doação de órgãos. O foco da campanha é incentivar o debate nas famílias sobre a importância desta atitude, já que, no Brasil, para que se doe órgãos e tecidos de uma pessoa que faleceu, é necessária a autorização dos familiares.

Segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes, quase 50 mil pessoas aguardam pela doação de um órgão no Brasil, sendo quase 46 mil à espera de um rim.

A fundação Pró-Rim, criada em 1987, tem unidades nos estados de Santa Catarina e Tocantins e até hoje realizou mais de 2,1 mil transplantes de rins. Praticamente todos os pacientes tratados pela fundação vêm do Sistema Único de Saúde (SUS).



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Arte/Fundação Pró Rim

Contrato de Vorcaro com Barci previa atuação jurídica e consultorias

Documento foi divulgado nesta sexta-feira pelo STF

Um contrato firmado entre o Banco Master, de Daniel Vorcaro, e a Barci de Moraes Sociedade de Advogados previa atuação jurídica “em todas as instâncias do Poder Judiciário” e consultoria estratégica em órgãos como o Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O documento foi divulgado nesta sexta-feira (11) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), depois da suspensão do sigilo das investigações.

O escritório de advocacia tem, entre seus 11 sócios, Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, além de dois filhos do casal, Alexandre Barci de Moraes e Giuliana Barci de Moraes.

Nos documentos da investigação divulgados pelo STF, aparecem dois contratos de prestação de serviços e de honorários advocatícios entre o escritório Barci de Moraes e empresas controladas por Daniel Vorcaro: um com o Banco Master e outro com a Viking Participações.

O contrato com o Banco Master foi assinado em 16 de janeiro de 2024 e prevê atuação em “processos judiciais em todas as instâncias do Poder Judiciário”, além dos serviços de “implantação, acompanhamento e aprimoramento constante e continuado de programa de integridade (compliance); consultoria estratégica e jurídica em procedimentos/inquéritos policiais nas Polícias Federal e Civis e procedimentos administrativos, inclusive perante o Banco Central, a Receita Federal e Cade”.

Já o contrato com a Viking Participações é datado em 12 de maio de 2025 e está redigido em papel timbrado do escritório Barci de Moraes, mas não possui assinaturas. Esse documento prevê “consultoria estratégica e atuação jurídica em processos judiciais em todas as instâncias do Poder Judiciário”.

Cada contrato previa ainda pagamentos mensais de R$ 3 milhões, ao longo de 36 meses, o que dá um total de R$ 108 milhões, em cada um.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Barci de Moraes informou que “o escritório possuía somente uma contratação com o Master e nega qualquer transferência ou substituição do contrato”. Segundo o escritório, “a proposta do Banco Master não foi aceita, nada foi assinado e o contrato original foi extinto com a liquidação do banco, o que encerrou qualquer vínculo com a instituição”.

Entenda o caso

Na noite de quinta-feira (10), a pedido de Edson Fachin, presidente da Corte, o ministro André Mendonça retirou o sigilo de parte das investigações sobre o Banco Master, do qual é relator.

Mendonça manteve, contudo, algumas apurações sob sigilo. A ordem de Fachin vem após a grave crise que tomou o STF com as decisões tomadas por Mendonça. Inicialmente ele revelou supostas trocas de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Ricardo Stuckert/PR