Programa de ressocialização amplia serviços públicos em Valparaíso de Goiás

Iniciativa contabiliza 13 frentes de trabalho entre 2025 e 2026, com impacto direto para mais de 218 mil habitantes

A Secretaria Municipal de Políticas Penais, em parceria com a Polícia Penal do Estado de Goiás, intensificou sua atuação em Valparaíso de Goiás por meio do programa Transformando Vidas e Espaços Públicos. A iniciativa combina ressocialização de internos com execução de obras e serviços de interesse coletivo.

Entre 2025 e 2026, o programa registrou 13 frentes de trabalho, envolvendo mais de 90 internos e contando com o apoio de mais de 60 policiais penais. As atividades somaram mais de 390 dias de execução, resultando em economia estimada superior a R$ 4 milhões e recuperação de mais de 900 mil metros quadrados de áreas públicas. Os impactos alcançaram diretamente uma população superior a 218 mil habitantes.

As intervenções abrangeram diferentes áreas da administração municipal, com destaque para a saúde, responsável por seis das treze frentes realizadas. Também foram contemplados serviços nas áreas de educação, assistência social, justiça, meio ambiente e infraestrutura urbana.

Entre as obras e serviços executados estão:

Além dos resultados estruturais, o programa oferece oportunidades de trabalho aos custodiados, favorecendo o desenvolvimento de habilidades profissionais e reforçando valores como disciplina, responsabilidade e cidadania. Todas as atividades são realizadas sob coordenação e fiscalização da Polícia Penal, garantindo segurança durante a execução.

Os indicadores apresentados demonstram que a iniciativa contribui para a conservação do patrimônio público, otimiza a aplicação dos recursos municipais e amplia a capacidade de atendimento da administração. O programa consolida uma política pública que une responsabilidade social, eficiência e melhoria dos serviços oferecidos à população.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Secom PMVG | Foto: Secom PMVG

Polícia Federal decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono do cargo

Conclusão de processo disciplinar aponta que o ex-deputado não se reapresentou como escrivão; caso segue para o Ministério da Justiça

A Polícia Federal concluiu o PAD (Processo Administrativo Disciplinar) do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e pediu ao Ministério da Justiça a sua demissão por abandono do cargo. Na sequência, o MJ deve publicar decisão.

Morando nos EUA há mais de um ano, o ex-parlamentar também foi condenado, pelo STF, a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelos crimes relacionados à coação no curso do processo.

Na decisão, ocorrida no último dia 16 de junho, o Supremo também determinou a perda do cargo público de escrivão da Polícia Federal e decretou a inelegibilidade do réu por oito anos após o cumprimento da pena.

O ex-parlamentar afirma ser alvo de perseguição política e denuncia o que considera violações à liberdade de expressão no Brasil.

Sem mandato, Eduardo deveria retornar ao cargo de escrivão da PF no Rio de Janeiro, no qual ele ingressou por meio de concurso público em 2010. Como ele não se reapresentou ao serviço, um PAD foi aberto para analisar o caso em fevereiro deste ano.

Desde então, o ex-deputado está afastado do cargo. Na instrução do processo, a Corregedoria da PF no Rio determinou que ele entregasse a carteira funcional e sua arma de fogo.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Jovem morre após ser agredido ao pedir dinheiro a cliente de lanchonete em Valparaíso de Goiás

Imagens de câmera de segurança mostram o rapaz de 28 anos levando um mata-leão do cliente e sendo agredido por ele e outras pessoas. Perícia para determinar a causa da morte ainda está sendo realizada.

Um jovem de 28 anos morreu após ser agredido durante uma briga em uma lanchonete localizada dentro de um posto de combustíveis em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. O caso ocorreu na madrugada de segunda-feira (20). Imagens de câmera de segurança exibidas pela TV Anhanguera mostram o momento em que a confusão teve início.

De acordo com informações apuradas pela emissora, o jovem, identificado como Alessandro Rodrigues, entrou no local por volta das 4h30 e pediu dinheiro a um cliente que estava no caixa. Após a negativa, iniciou-se uma discussão. Motoboys que trabalham com entregas para a lanchonete também se envolveram na confusão. As imagens registraram o momento em que o cliente aplicou um mata-leão no rapaz.

A Polícia Militar informou que o jovem estava exigindo dinheiro de clientes e funcionários e que, durante a tentativa de contê-lo, apresentou mal súbito e perdeu a consciência. O caso foi registrado na Central Geral de Flagrantes e Pronto Atendimento ao Cidadão de Luziânia e está sob investigação do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Valparaíso de Goiás. O delegado responsável, Victor Pereira Avelino, declarou que o inquérito corre em sigilo.

A Polícia Científica comunicou que o exame de necropsia ainda está em andamento para determinar a causa da morte. O resultado será fundamental para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

Em nota, a rede Subway, responsável pela franquia instalada no posto, lamentou o episódio e manifestou solidariedade à família e aos amigos da vítima. A empresa informou que acionou imediatamente as autoridades de segurança e saúde e que a equipe do restaurante está recebendo apoio psicológico. O estabelecimento foi temporariamente fechado após o incidente e retomou as atividades nesta terça-feira (21).

A investigação segue em andamento para identificar responsabilidades e esclarecer os fatos relacionados à morte de Alessandro Rodrigues.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do g1 | Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

Homem é preso suspeito de gravar encontros íntimos sem consentimento e vender vídeos na internet; companheira é investigada

Polícia Civil diz que homem gravava relações sem autorização das vítimas e lucrava com a venda do material em plataformas de conteúdo adulto. Companheira é suspeita de administrar a movimentação financeira do esquema.

Um homem de 33 anos foi preso preventivamente, nesta segunda-feira (20), suspeito degravar encontros íntimos com mulheres, divulgar os vídeos sem autorização das vítimas e lucrar com a venda do material em plataformas de conteúdo adulto.

A companheira dele, de 31 anos, também é investigada por suspeita de participar do esquema.

A prisão foi feita pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que também cumpriu mandados de busca e apreensão em Águas Lindas de Goiás e Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.

Segundo a polícia, a mulher seria responsável pela estrutura financeira utilizada para receber os valores obtidos com a comercialização dos vídeos. Durante a operação, foram apreendidos celulares, mídias digitais e outros materiais que passarão por perícia.

A investigação começou depois que uma mulher descobriu que vídeos em que ela aparecia haviam sido publicados em uma plataforma pornográfica.

Segundo a PCDF, a vítima conheceu o investigado por um aplicativo de relacionamento em 2018 e teve dois encontros consensuais com ele. Mais tarde, descobriu que as relações haviam sido filmadas e divulgadas na internet sem autorização.

Outra mulher que manteve um relacionamento com o suspeito também o reconheceu nas gravações por meio de características físicas e tatuagens.

Esquema

Segundo a investigação, o caso não foi isolado. O homem utilizava aplicativos de relacionamento para conhecer mulheres, conquistava a confiança delas e marcava encontros íntimos.

As relações eram gravadas sem o conhecimento das vítimas e, depois, os vídeos eram publicados em plataformas de conteúdo adulto para atrair assinantes e gerar lucro.

Durante as investigações, os policiais identificaram que parte dos valores obtidos com a comercialização dos vídeos era depositada em uma conta bancária vinculada à companheira do suspeito.

Em depoimento, segundo a PCDF, ela confirmou que os dois mantinham contas em plataformas de conteúdo adulto e que compartilhavam a conta utilizada para receber os pagamentos.

Ainda de acordo com a polícia, o homem já havia sido investigado por crimes semelhantes e possui condenação definitiva pelo mesmo delito.

Além da prisão e dos mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou a suspensão das contas utilizadas pelo investigado para divulgar e comercializar os vídeos.

Agora, o material apreendido passará por perícia para identificar outras possíveis vítimas. Segundo a PCDF, divulgar, compartilhar ou comercializar imagens íntimas sem autorização da vítima é crime previsto no artigo 218-C do Código Penal.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do g1 | Foto: PCDF/Divulgação