Caiado evita avaliar situação de Flávio Bolsonaro, mas critica ‘presunção de inocência’

Pré-candidato diz que cada político deverá ‘se explicar’; também disse que para mudanças, ‘tem que ter exemplo’

O ex-governador de Goiás e pré-candidato Ronaldo Caiado (PSD) evitou comentar as apurações do também pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) ligado ao caso Master, mas criticou que políticos usem da “presunção de inocência” na disputa eleitoral.

O termo, usado quando uma pessoa não pode ser considerada culpada até que haja uma sentença, foi afastado pela avaliação de que políticos eleitos “devem dar o exemplo”.

“Para fazer mudanças tem que ter exemplo de vida, autoridade moral e coragem pessoal para poder resgatar o país que está na mão do crime, narcotráfico e corrupção”, afirmou.

Questionado se a colocação se referia a Flávio Bolsonaro, Caiado afastou a possibilidade e dise que não cabe a ele levantar pefis de pré-candidatos.

“Para estar na cadeira da Presidência e poder promover essas mudanças, e enfrentá-las, a pessoa não pode recorrer ao benefício da presunção de inocência. Agora, não cabe a mim levantar o perfil de cada pré-candidato. Cada um deva se explicar. Essa é uma condicionante que vejo como primordial na disputa de eleições de 2026″, disse.

A colocação de ter que se explicar foi a mesma adotada por Caiado quando áudio entre Daniel Vorcaro, dono do Master, e Flávio Bolsonaro, veio à tona.

Alô Valparaíso/* Com as informações do R7 | Foto: Gabriel Pinheiro/CNI