Caiado estreia na TV com ‘coragem’ e aposta em contraste com PT e resultados de Goiás

Programa eleitoral do candidato do PSD transforma segurança pública em principal cartão de visitas para a disputa presidencial

O primeiro programa de propaganda eleitoral de Ronaldo Caiado (PSD) aposta menos na apresentação de propostas detalhadas e mais na construção da imagem do candidato. Em cerca de dois minutos, a campanha recupera episódios da trajetória pessoal e política de Caiado para sustentar o principal conceito da candidatura: a “coragem para mudar”.

A peça começa com imagens rurais e referências à história de vida do candidato, destacando a formação como médico e a escolha pelo serviço público. Em seguida, resgata a atuação política de Caiado e dá ênfase à segurança pública, área que aparece como uma das principais credenciais para apresentá-lo ao eleitorado nacional. A campanha relembra o cenário de violência encontrado por ele ao assumir o governo de Goiás, em 2019, e afirma que o então governador “colocou os líderes na prisão”.

O programa também recorre a imagens de obras e ações dos dois mandatos de Caiado para apresentar Goiás como uma espécie de vitrine de sua capacidade administrativa. Saúde, construção de hospitais, inteligência artificial e modernização do Estado são citados como exemplos de resultados alcançados durante sua gestão. A propaganda ainda destaca a aprovação de Caiado ao deixar o governo.

A estratégia é clara: transformar a experiência administrativa em Goiás no principal argumento para convencer o eleitor de que Caiado está preparado para governar o país. Em vez de começar pela discussão de propostas nacionais, a campanha apresenta resultados concretos e tenta associá-los à figura pessoal do candidato.

Caiado critica ainda a “conivência” e a “incompetência” dos grupos que, segundo ele, governam o Brasil há duas décadas e associa esse período à criminalidade e às dificuldades econômicas enfrentadas pela população.

A conclusão explicita ainda mais o posicionamento político da candidatura: “Tirar o PT de vez do poder”. A frase coloca Caiado diretamente no campo da oposição ao governo Lula e sinaliza que a campanha pretende disputar o eleitorado de direita, sem, neste primeiro momento, concentrar o discurso exclusivamente no confronto com outros nomes, como Flávio Bolsonaro.



Alô Valparaíso/* Com as informações do R7 | Foto:  Reprodução/PSD

Saiba como justificar a ausência nas eleições de 2026

Procedimento pode ser realizado tanto no dia da votação quanto após o pleito

Eleitores que não puderem comparecer às urnas nas eleições de 2026 poderão justificar a ausência por diferentes canais disponibilizados pela Justiça Eleitoral. O procedimento poderá ser feito no próprio dia da votação ou após o pleito, desde que respeitados os prazos estabelecidos para cada turno.

A justificativa é destinada ao eleitor que estiver fora do seu domicílio eleitoral no dia e horário da votação, das 8h às 17h. O pedido pode ser apresentado tanto no primeiro quanto no segundo turno, caso o eleitor não consiga comparecer em uma ou nas duas etapas da eleição.

É importante destacar que cada turno é considerado uma votação independente. Assim, quem deixar de votar no primeiro e no segundo turno deverá apresentar uma justificativa separada para cada ausência.

Como justificar no dia da eleição?

De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no dia da votação, o eleitor poderá justificar a ausência pelo aplicativo e-Título, disponível para celulares com sistemas Android e iOS, ou por meio do RJE (Requerimento de Justificativa Eleitoral). O formulário poderá ser entregue nas mesas receptoras de votos ou de justificativas instaladas para essa finalidade nos locais indicados pela Justiça Eleitoral.

Nesta modalidade, não é necessário apresentar documentos que comprovem o motivo da ausência. A justificativa feita no próprio dia da eleição será registrada pela Justiça Eleitoral após o recebimento do pedido.

Caso o eleitor opte pelo formulário físico, será necessário informar o número do título eleitoral, já que o CPF não é aceito, e apresentar um documento oficial de identificação com foto, como e-Título, carteira de identidade, passaporte, carteira nacional de habilitação, carteira de trabalho ou outro documento equivalente reconhecido por lei. Documentos fora do prazo de validade também são aceitos.

O formulário RJE pode ser obtido nos cartórios eleitorais, postos e centrais de atendimento da Justiça Eleitoral, nos portais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais, além dos locais de votação ou justificativa no dia do pleito.

Como justificar depois da eleição?

Quem não apresentar a justificativa no dia da votação terá até 60 dias após cada turno para regularizar a situação. O pedido poderá ser feito pelo aplicativo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral (Título Net) ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral.

Após a eleição, o eleitor deverá anexar documentos que comprovem o motivo da ausência para análise da autoridade judiciária responsável pela zona eleitoral. Caso a justificativa seja aceita, o registro será incluído no histórico eleitoral. Se o pedido for negado, será necessário quitar o débito correspondente.

Para as eleições de 2026, os prazos para apresentar a justificativa após a votação são até 3 de dezembro de 2026 para ausência no primeiro turno, marcado para 4 de outubro, e até 8 de janeiro de 2027 para eventual ausência no segundo turno, previsto para 25 de outubro.

Eleitores brasileiros que estiverem no exterior também poderão justificar a ausência pelo e-Título ou pelo Autoatendimento Eleitoral. Quem possui título eleitoral no Brasil e estiver fora do país no dia da votação poderá ainda apresentar a justificativa em até 30 dias após o retorno ao Brasil, em qualquer cartório eleitoral, com a documentação que comprove o motivo da ausência.

Consequências para quem não justificar

A ausência às urnas é registrada pela Justiça Eleitoral após o pleito, independentemente dos prazos disponíveis para apresentação da justificativa. Caso o eleitor não regularize a situação, poderá ficar impedido de realizar atos que dependem da quitação eleitoral.

Entre as consequências estão a impossibilidade de obter passaporte ou carteira de identidade, participar de concursos públicos, tomar posse em cargos públicos, renovar matrícula em instituições oficiais de ensino e praticar atos que dependam de comprovação de regularidade eleitoral.

A falta de regularização também pode impedir a emissão de certidão de quitação eleitoral, documento exigido em diferentes procedimentos perante a Justiça Eleitoral.

Como pagar a multa eleitoral pelo aplicativo?

Quem não justificar a ausência dentro do prazo ou tiver outros débitos eleitorais pode regularizar a situação diretamente pelo aplicativo e-Título. O processo é feito de forma digital e permite consultar as pendências associadas ao cadastro eleitoral.

Depois de acessar o aplicativo com os dados registrados na Justiça Eleitoral, o eleitor deve entrar em “Mais opções” e, em seguida, selecionar “Pagar Multa Eleitoral”. O sistema apresenta as eventuais pendências vinculadas ao CPF ou ao título de eleitor.

A quitação pode ser feita por boleto bancário, Pix ou cartão de crédito. No caso do Pix, o próprio aplicativo disponibiliza um QR Code para que o pagamento seja realizado pelo aplicativo do banco.

Se não for possível fazer a leitura do QR Code, há ainda a alternativa de copiar o código alfanumérico gerado pelo sistema e informá-lo manualmente no banco escolhido pelo eleitor.

Após a quitação, a situação eleitoral poderá ser regularizada conforme o processamento do pagamento pela Justiça Eleitoral.

Quantas vezes é possível justificar a ausência?

A Justiça Eleitoral permite que o eleitor apresente justificativas quantas vezes forem necessárias. Porém, a ausência em três eleições consecutivas, sem pagamento das multas correspondentes ou apresentação de justificativas, pode resultar no cancelamento da inscrição eleitoral. Cada turno de votação é considerado uma eleição para essa finalidade.

O histórico de ausências e justificativas pode ser consultado pelo aplicativo e-Título, disponível para eleitores com o título regular ou suspenso.



Alô Valparaíso/* Com as informações do R7 | Foto:  Fernando Frazão/Agência Brasil

Quaest GO: Vilela tem 37%; Marconi 20%; Wilder 12%

No segundo turno, Daniel Vilela tem vantagem de 25 pontos percentuais contra Marconi Perillo; na disputa para o Senado, Gracinha Caiado lidera com 21%

Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta (27) para o governo do Goiás mostra Daniel Vilela (MDB) com 37% das intenções de voto no primeiro turno, contra 20% de Marconi Perillo (PSDB).

Na sequência aparecem Wilder Morais (PL), com 12%, e Luis Cesar Bueno (PT), que marca 4%. O restante dos candidatos não chegam a 3% das intenções. Brancos e nulos somam 7%, enquanto 20% não souberam responder.

No levantamento anterior da Quaest, divulgado no fim de julho, Daniel Vilela, o atual governador do estado, tinha 37% das intenções. Por sua vez, o ex-deputado federal Marconi Perillo marcava 21% e o senador Wilder Morais 11%.

Leia o cenário estimulado completo:

Segundo turno

A pesquisa mostra que Daniel Vilela venceria os adversários em um possível confronto direto no segundo turno. Contra Marconi Perillo, o governador tem vantagem de 25 pontos percentuais. Leia os cenários abaixo:

Cenário 1

Cenário 2

A Quaest entrevistou 804 eleitores do Goiás de 23 a 26 de agosto. O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%. O número de registro na Justiça Eleitoral é GO-06186/2026.

Senado

Há duas vagas em disputa para o Senado neste ano. Conforme a Quaest, Gracinha Caiado (União Brasil) lidera a corrida pela primeira delas, com 21% dos votos. Há outros quatro candidatos empatados tecnicamente na disputa pela segunda cadeira.

Leia abaixo o cenário completo:

Aprovação do Governo

A Quaest também perguntou aos eleitores sobre a avaliação do governo de Daniel Vilela. Leia abaixo:



Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto:  Divulgação/ Facebook @danielvilelaoficial e @marconiperillo

Miss perde título após anunciar gravidez

Lara Marina Soares, do Espírito Santo, foi destituída do título de Miss Brasil Supranational 2026; organização cita descumprimento de contrato

A modelo capixaba Lara Marina Soares Tosta, de 20 anos, perdeu o título de Miss Brasil Supranational 2026 após descobrir que está grávida. Ela contesta a decisão dos organizadores do concurso.

A história começou em fevereiro deste ano, quando Lara subiu ao palco em Pernambuco e conquistou o título nacional. Natural de Afonso Cláudio, na região serrana do Espírito Santo, ela passou a representar o Brasil em competições internacionais.

Em junho, Lara participou do Miss Supranational, realizado na Polônia, e terminou a disputa na terceira colocação. Durante a competição, ela ainda não sabia que estava grávida.

Modelo descobriu gravidez após voltar ao Espírito Santo

A confirmação da gestação ocorreu depois que Lara retornou ao Espírito Santo. Ela percebeu mudanças no próprio corpo, decidiu fazer um teste e descobriu a gravidez.

A notícia marcou o início de uma nova fase na vida da modelo, mas também trouxe consequências para a carreira. A destituição do título de Miss Brasil Supranational foi anunciada na última terça-feira pelo Concurso Nacional de Beleza, responsável pela competição.

Organização cita descumprimento de contrato

Segundo o concurso, Lara descumpriu obrigações previstas em contrato que seriam incompatíveis com a manutenção do título. A organização afirmou que a decisão segue o regulamento da competição e os instrumentos jurídicos aplicáveis.

Lara, porém, contesta a decisão e afirma que encerra esse ciclo com orgulho da trajetória construída até agora. Aos 20 anos, a modelo também declarou que a história que começa com a maternidade é a que ela mais deseja viver.



Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto:  Reprodução