Fifa avalia expansão da Copa do Mundo com 64 seleções

Mundial de 2026 contou com 48 seleções pela primeira vez; Infantino fala em contemplar “o mundo inteiro, não apenas a Europa e a América do Sul”

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que uma nova expansão da Copa do Mundo, aumentando o número de seleções participantes para 64, será discutida após a edição deste ano.

A Copa de 2026, realizada no Canadá, no México e nos Estados Unidos, contou com 48 seleções pela primeira vez – uma decisão que foi duramente criticada antes do início do torneio.

À emissora de televisão suíça Blue Sport, Infantino defendeu a ampliação de 32 para 48 seleções e disse que o Mundial deve ser pensado para contemplar “o mundo inteiro, não apenas a Europa e a América do Sul”.

“Todas as nações devem ter o direito de sonhar em participar da Copa do Mundo. Dá para ver que a qualidade das seleções é extremamente alta e está ficando cada vez melhor, em todo o mundo”, disse.

“Se não dermos aos países menores a chance de participar da Copa do Mundo, eles perderão o incentivo para continuar melhorando”, completou Infantino.

A próxima edição da Copa, em 2030, será co-sediada por Marrocos, Portugal e Espanha. O torneio de 2034 será na Arábia Saudita.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto: Canva

Caiado: carta de Bolsonaro indica “fragilidade” de Flávio

Em mensagem divulgada neste sábado (11) pelo senador, ex-presidente aponta o filho como seu “porta-voz”

O pré-candidato à presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que a carta do ex-presidente Jair Bolsonaro, divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), é “um sinal de extrema fragilidade na campanha” do senador. A declaração foi dada a jornalistas durante agenda do ex-governador de Goiás, neste sábado (11), no Festival do Japão, em São Paulo.

Na avaliação de Caiado, a mensagem do ex-presidente teria sido uma resposta a um “pedido de socorro” de Flávio Bolsonaro ao pai, por não conseguir “explicar os problemas que estão ocorrendo”.

“Sabemos muito bem que um pai não nega um pedido de um filho. Agora, você tem que estar preparado para governar e para presidir um país. Você não pode recorrer a cada crise com a carta do seu pai”, observou Caiado.

O ex-governador afirmou ainda que o episódio indica uma “falta de credenciais” do senador para lidar com as crises que podem ocorrer durante um mandato de presidente.

“Você tem que ter condições de poder ter uma estrutura política, uma estabilidade emocional e ao mesmo tempo uma capacidade de poder superar as crises que amanhã venham acontecer. O problema é a falta de credenciais do pré-candidato em explicar os problemas que estão ocorrendo. Um pai não vai negar um pedido de um filho, mas não é este o problema. Neste momento, nós estamos discutindo a Presidência da República. A cada crise, uma carta. Foi um sinal de extrema fragilidade na campanha dele”, concluiu Caiado.

A carta de Bolsonaro

No último sábado (11), o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro divulgou, durante uma transmissão nas redes sociais, uma carta escrita a mão pelo ex-presidente Jair Bolsonaro na qual ele se refere ao filho como seu “porta-voz”.

“O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças, e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e do empobrecimento. Meu pré-candidato – e creio, o seu também –, meu porta-voz, no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade”, escreveu Bolsonaro.

A iniciativa acontece em meio à crise provocada pelo vídeo publicado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, no dia 24 de junho. Na ocasião, Michelle alegou ter sido maltratada e desrespeitada pelo enteado após divergências sobre articulações políticas do Partido Liberal (PL) no Ceará.

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Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto: Divulgação/Secom-GO

Equipes brasileiras desembarcam em Brasília após missão na Venezuela

Durante a operação, os especialistas brasileiros teriam resgatado 14 sobreviventes e participaram de 90 intervenções de buscas e salvamento

As equipes brasileiras enviadas para fazer parte da missão humanitária brasileira enviada para apoiar a resposta ao terremoto na Venezuela desembarcaram na noite dessa sexta-feira (10/7) em Brasília (DF). O terremoto no país sul-americano deixou mais de 4 mil mortes, segundo o último balanço divulgado pelo país.

Após 15 dias de atuação, as equipes da Defesa Civil, do Corpos de Bombeiros e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) retornaram ao Brasil depois de integrar a força-tarefa coordenada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que reuniu equipes de diferentes países para atender a população afetada.

Durante a operação, os especialistas brasileiros teriam resgatado 14 sobreviventes e participado de 90 intervenções de busca e salvamento, em articulação com socorristas de outras nacionalidades.

A operação também contou com um hospital de campanha, composto por 99 militares da área da saúde, equipado com unidade avançada de trauma, suporte para cirurgias, leitos de cuidados intensivos e capacidade para realizar até 200 atendimentos por dia. Em 10 dias de funcionamento, a estrutura realizou mais de 1,2 mil, entre consultas, cirurgias e exames laboratoriais.

A missão também contou com o envio de 60 toneladas de suprimentos, equipamentos e insumos médicos, além de 100 purificadores de água e 150 toneladas de itens de alimentação, saúde e higiene destinados às ações de resposta humanitária.

A equipe foi instalada na cidade de Caraballeda, uma das áreas atingidas pelo terremoto. “Como estávamos instalados em uma área muito destruída pelo terremoto, os pedidos de socorro chegavam a todo momento”, afirmou o diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), Armin Braun.

Braun também destacou o trabalho delicado da missão. “A intervenção mais curta teve duração de três horas. A mais longa durou cerca de 50 horas. Fazia muito calor na cidade, o que tornou o processo ainda mais árduo. Muitas vezes, tínhamos que descer quatro ou cinco lajes, com a ajuda de máquinas e cães farejadores, para acessar uma possível vítima” detalhou.

Além das atividades de busca e salvamento, profissionais brasileiros participaram de avaliações técnicas de edificações afetadas, com o objetivo de identificar as condições estruturais dos imóveis e subsidiar as medidas adotadas pelas autoridades locais.

A missão foi encerrada com o retorno das equipes ao Brasil após a conclusão das atividades previstas no âmbito da cooperação internacional para resposta à emergência causada pelo terremoto na Venezuela.

Terremoto na Venezuela

O número de mortos na Venezuela após os fortes terremotos que abalaram o país no fim de junho subiu para 4.118, de acordo com balanço publicado nesta sexta-feira (10/7) pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.

Segundo as autoridades venezuelanas, os tremores também deixaram 16.740 feridos e 17.907 pessoas desabrigadas.

Até o momento, o governo venezuelano não divulgou um balanço oficial sobre o número de desaparecidos. Estimativas de organizações da sociedade civil, no entanto, apontam que cerca de 30 mil pessoas seguem desaparecidas após os terremotos.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do Metrópoles | Foto: Sérgio Dutti/MIDR

Valparaíso de Goiás se destaca na abertura de empresas e amplia participação na economia goiana

Município figura entre os primeiros colocados no ranking estadual de negócios ativos e novos registros no primeiro semestre de 2026

Valparaíso de Goiás ampliou sua relevância na economia do estado no primeiro semestre de 2026. Levantamento da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) mostra que o município está entre os que mais registraram empresas em atividade e novas aberturas, consolidando-se como um dos principais polos empreendedores da região do Entorno do Distrito Federal.

Entre janeiro e junho, Goiás contabilizou a abertura de 130.861 empresas, das quais 99.347 são Microempreendedores Individuais (MEIs) e 31.514 pertencem a outras naturezas jurídicas. No ranking estadual de empresas ativas, Valparaíso aparece em quinto lugar, com 30.102 negócios em funcionamento. Luziânia ocupa a sexta posição, com 29.348 registros, e Águas Lindas de Goiás surge logo em seguida, com 27.717 empresas.

Os dados de junho reforçam o desempenho de Valparaíso, que liderou entre os municípios do Entorno, com 422 novas empresas abertas no mês. Águas Lindas registrou 419 e Luziânia contabilizou 363. As três cidades figuram entre as dez que mais abriram negócios em Goiás no período.

De acordo com a Juceg, os números refletem o avanço da atividade empreendedora e o fortalecimento do ambiente de negócios na região. Em todo o estado, o capital social das empresas abertas no semestre ultrapassou R$ 10,35 bilhões. Desse total, R$ 5,71 bilhões foram investidos por empresas de outras naturezas jurídicas e R$ 4,64 bilhões correspondem a valores declarados por microempreendedores individuais.

O levantamento também aponta a criação de 1.195 empresas com capital social superior a R$ 500 mil, responsáveis por investimentos que somam R$ 4,3 bilhões. Para o presidente da Juceg, Euclides Barbo Siqueira, os resultados demonstram a confiança dos empreendedores no ambiente econômico do estado.

Outro indicador destacado pela autarquia é o tempo médio para abertura de empresas em Goiás, que ficou em 19 horas no mês de junho, abaixo da média nacional de 34 horas, segundo dados da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim).

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Juceg | Foto: Reprodução/Prefeitura de Valparaíso de Goiás