Quaest em Goiás: Ronaldo Caiado tem 33%; Flávio Bolsonaro, 27%; e Lula, 23% de intenções de votos no estado no 1º turno

Augusto Cury, Renan Santos, Romeu Zema e Samara Martins aparecem com 1%. Levantamento foi realizado entre 24 e 28 de julho.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) mostra as intenções de voto para a eleição presidencial em Goiás. Ronaldo Caiado aparece à frente no estado, com 33%, contra 27% de Flávio Bolsonaro (PL) e 23% de Lula (PT). O levantamento traz também quatro cenários de 2º turno. Veja os números:

Cenários de 2º turno

Caiado X Lula

Flávio Bolsonaro X Lula

Lula x Renan Santos

Zema X Lula

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 24 e 28 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-08063/2026.

Aprovação do governo Lula no estado

Avaliação do governo Lula no estado

Lula merece um novo mandato?

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do g1 | Foto: Junior Guimarães/Governo de Goiás, Raul Spinassé e Ricardo Stuckert/Divulgação

Lei destina parte do dinheiro de bets para fundo da Polícia Federal

Norma foi sancionada nesta quinta-feira (30)

Lei sancionada nesta quinta-feira (30) destina parte da arrecadação de apostas de quota fixa, popularmente conhecidas como bets, ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (Funapol).

O Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 8 de 2026 tem origem na Medida Provisória (MP) nº 1.348 de 2026, aprovada pelo Senado no último dia 8. O texto sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva destina 3% dos recursos obtidos pelo governo com bets para o fundo.

Os valores, que antes eram direcionados à seguridade social, passarão a cobrir gastos com saúde dos servidores da Polícia Federal (PF).

A destinação dos recursos das apostas será feita de forma gradual: 1% em 2026; 2% em 2027; e 3% a partir de 2028. A norma autoriza ainda um repasse de até R$ 200 milhões feito pelo governo federal ao Funapol ainda em 2026, utilizando recursos livres do Tesouro Nacional.

Durante a cerimônia de sanção, no Palácio do Planalto, o relator da MP, deputado Aluisio Mendes (Republicanos-MA), avaliou que a iniciativa será de “grande alcance” para a segurança pública do país. “Sem dúvida nenhuma, um dos grandes problemas da sociedade no Brasil hoje é a segurança pública e o combate ao crime organizado.”

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, destacou que a medida alcança cerca de 30 mil famílias de servidores da corporação. “Investir naqueles que enfrentam diariamente desafios complexos, muitas vezes em situação de elevado risco e grande desgaste físico e emocional, é investir em um país mais justo e próspero.”

Entenda

O Funapol foi criado pela Lei Complementar 89 de 1997, para financiar as atividades da PF, e permitia, originalmente, que um máximo de 30% fossem destinados a despesas com diárias. A Lei 14.369 de 2022 ampliou para 50% esse limite e incluiu outros tipos de despesas não diretamente relacionadas à atividade-fim, como parcelas de caráter indenizatório, com saúde desses servidores e com indenização por disponibilidade.

Com a nova lei, não há mais limite para as despesas desse tipo e são incluídas novas despesas adicionais: ressarcimento de gastos com saúde e retribuição por atividade extraordinária.

O texto permite ainda que o Ministério da Justiça e Segurança Pública estenda o custeio de gastos com saúde aos servidores da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Penal Federal. Já a retribuição por atividade extraordinária poderá ser criada para esses outros policiais por meio de lei.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Justiça Eleitoral determina multa de R$ 15 mil a Lula por propaganda antecipada

TRE-SP considerou que presidente pediu votos para Simone Tebet e Marina Silva durante evento

O TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) determinou o pagamento de uma multa de R$ 15 mil ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por propaganda eleitoral antecipada.

A punição veio após uma fala em que Lula “pediu” votos para Simone Tebet e Marina Silva.

“Não mexam com a Janja. Não mexam. E nem com a Simone e nem com a Marina. O que vocês podem fazer com elas um dia, é dar voto para as duas, só isso. Um dia, sabe?“, disse, durante um evento realizado em maio.

Segundo a decisão do juiz Ronnie Herbert Barros Soares, que atende parcialmente a um pedido feito pelo Missão, a frase “dar voto para as duas” configura um pedido explícito.

Pela lei eleitoral, só será permitido fazer propaganda a partir do dia 16 de agosto.

A defesa de Lula ainda pode recorrer da decisão no TRE-SP ou junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do R7 | Foto: Ricardo Stuckert/Flickr Lula

Caiado reúne maior aliança de Goiás e fortalece candidatura de Daniel Vilela

Ato marcado para 5 de agosto oficializará a candidatura de Vilela, atual governador, ao Palácio das Esmeraldas

À medida que intensifica sua pré-campanha à Presidência da República, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) busca demonstrar que mantém ampla influência sobre o cenário político goiano. A convenção da base aliada, marcada para 5 de agosto, será o principal palco dessa estratégia, ao reunir a maior coligação das eleições estaduais e oficializar a candidatura do governador Daniel Vilela (MDB), que assumiu o cargo em março, após Caiado deixar a função para disputar o Palácio do Planalto.

Mais do que cumprir uma etapa do calendário eleitoral, a convenção pretende evidenciar a capacidade de mobilização do grupo político formado por Caiado e Vilela e reforçar a continuidade do projeto que governa Goiás desde 2019.

O encontro acontece em um momento considerado favorável ao ex-governador. Levantamentos eleitorais divulgados nas últimas semanas apontam Caiado entre os principais nomes na disputa presidencial em Goiás, enquanto Daniel Vilela lidera os cenários para o Governo do estado. Na avaliação de integrantes da base, esse cenário fortalece a estratégia de vincular as duas candidaturas e apresentar ao eleitorado um projeto de continuidade administrativa.

O grupo governista conseguiu construir a maior aliança partidária da eleição. A coligação deverá reunir o MDB, a Federação União Progressista (União Brasil e Progressistas), PSD, Republicanos, Podemos, Federação PRD-Solidariedade, Mobiliza, Democracia Cristã (DC), Agir e Avante.

A ampla composição reúne praticamente todos os partidos que hoje integram a base do governo estadual e garante capilaridade política em todas as regiões de Goiás, além de ampliar o tempo de propaganda eleitoral e fortalecer as chapas proporcionais.

Enquanto o grupo liderado por Caiado chega às convenções praticamente unificado, os adversários caminham para alianças mais enxutas. O PT deverá confirmar a candidatura do ex-deputado federal Luis Cesar Bueno, com apoio da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), PSB e Federação PSOL-Rede.

O senador Wilder Morais (PL) deve disputar o governo ao lado do Novo, enquanto o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) contará com a Federação PSDB-Cidadania. Já a professora Luciana Amorim deverá representar a Unidade Popular (UP) em candidatura própria.

 



Alô Valparaíso/* Com as informações do R7 | Foto: Divulgação/Ronaldo Caiado