Bombeiro Mirim divulga lista dos alunos sorteados. Em Valparaíso são 29 sorteados

Sorteio contemplou crianças regularmente inscritas em seis municípios, de acordo com a distribuição de vagas prevista em edital

O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), por meio da 8ª Seção do Estado-Maior Geral – BM/8 (Ações Sociais, Corpo Musical e Guarda de Honra Especial), divulga a lista dos alunos sorteados para o Programa Educacional Bombeiro Mirim (Proebom) Itinerante – 4º Ciclo, referente à edição de junho de 2026.

O sorteio contemplou crianças regularmente inscritas nos municípios de Alto Paraíso de Goiás, Monte Alegre de Goiás, Nova Roma, Valparaíso de Goiás, São Miguel do Passa Quatro e Santa Bárbara de Goiás, de acordo com a distribuição de vagas prevista em edital.

Bombeiro Mirim

Os responsáveis pelos candidatos selecionados deverão acompanhar atentamente as orientações relativas ao período de matrícula e à apresentação da documentação obrigatória, observando os prazos e requisitos estabelecidos no regulamento do programa.

A lista completa contemplados está disponível no documento Sorteio Proebom Itinerante junho 2026 4º Ciclo.

Bombeiro Mirim divulga lista dos alunos sorteados
Sorteio contemplou crianças regularmente inscritas em seis municípios, de acordo com a distribuição de vagas prevista em edital (Foto: Corpo de Bombeiros)

Alô Valparaíso/* Com as informações do CBMG | Foto: Corpo de Bombeiros

Lula sanciona lei do Marco Legal do Transporte Público Coletivo

Texto prevê fundos para garantir qualidade na mobilidade urbana

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a lei que institui o Marco Legal do Transporte Público Coletivo. O objetivo do texto é modernizar a política desse tipo de transporte no país, com a diversificação do financiamento e a melhoria da regulação e da operação dos transportes públicos urbanos.

Um dos avanços estruturais do novo marco é a ruptura com o modelo predominante no Brasil, no qual o financiamento do transporte coletivo recaía quase exclusivamente sobre a tarifa paga pelo usuário. A Lei nº 15.432/2026 foi publicada, neste domingo (14), em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

A medida abre caminho para a discussão da tarifa zero e autoriza o uso de novas fontes de custeio para subsidiar as tarifas, como publicidade, exploração comercial de espaços e recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide Combustíveis).

A Cide é um tributo federal cobrado na importação e comercialização de petróleo, gás natural, álcool combustível e seus derivados. Criada por uma lei de 2001, tem seus recursos destinados à infraestrutura de transportes, projetos ambientais e subsídios ao preço de combustíveis.

O texto foi aprovado em maio pelo Congresso Nacional e também trata do fortalecimento da integração física e tarifária dos sistemas de transporte, da ampliação da transparência na gestão pública, da transição para fontes renováveis de energia e da criação de mecanismos nacionais para compartilhamento de dados e monitoramento da qualidade dos serviços.

Outro ponto de destaque é a definição de parâmetros mínimos de qualidade para os sistemas de transporte público, incluindo critérios como regularidade, pontualidade, acessibilidade, segurança, conforto e satisfação dos passageiros. O texto também prevê que a remuneração das operadoras possa ser vinculada ao desempenho e à qualidade do serviço prestado.

Vetos

Em comunicado, a Presidência de República informou que os vetos presidenciais ao Marco Legal do Transporte Público Coletivo tiveram como objetivo preservar a sustentabilidade fiscal e evitar impactos sobre políticas de gratuidade já existentes.

Foram retirados trechos que obrigavam estados e municípios a custear integralmente gratuidades e descontos tarifários com recursos do orçamento público, além de dispositivos que vinculavam subsídios públicos à remuneração das operadoras.

“A avaliação foi de que essas exigências poderiam gerar despesas sem previsão de recursos e colocar em risco benefícios já concedidos à população”, diz o comunicado, ao acrescentar que os vetos não impedem a concessão de subsídios para financiar gratuidades e descontos tarifários.

“O que foi retirado foi a obrigatoriedade desse custeio e o prazo para adequação, medidas que poderiam inviabilizar o modelo atualmente adotado por diversos entes federativos e gerar instabilidade no sistema”, reforçou a Presidência.

Também foram vetados dispositivos relacionados às competências dos entes federativos, como a obrigatoriedade de isenção de pedágio para ônibus em rodovias estaduais e municipais e a previsão de subsídios federais para tarifas de transporte local. A justificativa foi preservar a autonomia de estados e municípios, evitar novas despesas obrigatórias para a União e garantir segurança jurídica na gestão dos sistemas de transporte.

Outros vetos se aplicam à criação de novas estruturas administrativas, regras de indenização a concessionárias e a vinculação obrigatória de 60% dos recursos da Cide Combustíveis para áreas urbanas. Segundo o governo, as medidas buscam evitar aumento de gastos permanentes, reduzir riscos fiscais para o poder público e preservar a flexibilidade do orçamento para atender às diferentes necessidades e prioridades do país.

Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Mega-Sena acumula para R$ 16 milhões; veja números sorteados

Data do concurso foi mudada por causa do jogo do Brasil

A Mega-Sena voltou a acumular neste domingo (14) no concurso 3.018, realizado no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas (06-05-27-57-17-58) e o prêmio para o sorteio de terça (16) está estimado agora em R$ 16 milhões.

Foram 30 apostas que acertaram cinco dezenas e levaram para casa R$ 49.965,61, enquanto 3.082 cravaram quatro números e embolsaram R$ 801,69. Saiba aqui quais foram as apostas vencedoras.

Tradicionalmente, os sorteios da Mega-Sena realizados aos sábados acontecem à noite, no mesmo dia do encerramento das apostas. Contudo, o cronograma foi alterado devido à estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 no sábado (13) no empate em 1 a 1 com o Marrocos.

Segundo a Caixa, os sorteios das modalidades Loteria Federal, Mega-Sena, Super Sete, Dia de Sorte, Lotofácil, Quina, Lotomania, Dupla Sena, Timemania e +Milionária também serão remanejados nos outros dois dias de jogos da seleção brasileira.

As apostas podem ser feitas até às 20h do dia anterior ao do sorteio. O volante com seis dezenas marcadas custa R$ 6, enquanto o bilhete com sete números assinalados sai por R$ 42.

Já os bolões online terão prazo estendido de vendas, podendo ser adquiridos até 30 minutos antes dos sorteios, ou seja, até as 10h30 do dia 14 de junho, e até as 8h dos dias 20 e 25 de junho.

Probabilidade

Segundo dados da Caixa, a probabilidade de ganhar o prêmio máximo com uma aposta de seis dezenas é de uma em mais de 50 milhões. Já com uma aposta com 20 dezenas, maior número permitido, as chances sobem para uma a cada pouco mais de 1,2 mil. A jogada, no entanto, custa mais de R$ 232 mil.

Alô Valparaíso/* Com as informações do SBT News | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Doenças raras: cartilha reúne orientações sobre direitos dos pacientes

Guia da OAB-RJ explica garantias legais e formas de buscar apoio

Com o objetivo de informar, orientar e promover o acesso às garantias fundamentais aos cidadãos que convivem com doenças raras, a Seccional Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) lançou a Cartilha de Direitos das Pessoas com Doenças Raras.

Segundo a entidade, estima-se que mais de 13 milhões de pessoas tenham algum tipo de doença rara no Brasil. Como enfrentam jornadas complexas, que envolvem diagnósticos tardios e tratamentos de longa duração, o desconhecimento das leis torna-se uma barreira adicional.

Destinada a pacientes, familiares, cuidadores, advogados, profissionais de saúde e gestores públicos, o guia detalha os direitos garantidos pelo ordenamento jurídico brasileiro em diversas áreas fundamentais para a subsistência e para a inclusão do paciente. 

Por exemplo, na área da saúde, são apresentadas orientações sobre: atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), acesso aos exames genéticos e aos diagnósticos complexos, fornecimento gratuito de medicamentos de alto custo e direito ao tratamento fora do domicílio.

Na educação, o documento aborda a consolidação do modelo de educação inclusiva; a obrigatoriedade de oferta de recursos de acessibilidade e as adaptações curriculares; a proibição de cobrança de valores adicionais em mensalidades de instituições privadas e a implementação do Plano Educacional Individualizado, entre outros.

No âmbito previdenciário, a cartilha apresenta os caminhos para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de benefícios aos segurados do INSS, como aposentadoria por incapacidade permanente e o auxílio por incapacidade temporária.

Além das garantias federais, como a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), o manual aborda legislações estaduais e municipais fluminenses relevantes, mas ainda pouco difundidas entre a população em geral.

A cartilha também detalha os canais práticos para a denúncia de violações e a defesa ativa de direitos, orientando o cidadão sobre como acionar a Defensoria Pública, o Ministério Público, as Ouvidorias do SUS e a própria Câmara de Resolução de Litígios em Saúde (CRLS/RJ).

A presidente da Comissão da Pessoa com Doença Rara, da OAB-RJ, Sybelle Drumond, diz que o diagnóstico de uma condição rara costuma vir acompanhado de isolamento e muitas dúvidas.

“Um dos grandes obstáculos para pacientes e seus familiares é o desconhecimento. Esse guia é um chamado para que a sociedade e as instituições vejam o paciente raro não com invisibilidade, mas com plenos direitos”, afirmou a advogada.

Para o coordenador do Instituto Nacional de Atrofia Muscular Espinhal (Iname), Gabriel Guimarães, entidade que representa pacientes e familiares de pessoas que vivem com Atrofia Muscular Espinhal (AME), a cartilha é importante tanto para pacientes e familiares quanto para instituições e governo.

“A maior dificuldade das famílias é a informação. Na AME, muitas pessoas não conhecem a doença e falta diagnóstico. Essa iniciativa da OAB se junta a uma série de iniciativas da associações para disseminar informações sobre doenças que afetam uma parcela significativa da população”, disse Guimarães.

A AME é uma doença rara e degenerativa que afeta os neurônios motores na medula espinhal. Pode causar fraqueza muscular progressiva, atrofia e pode comprometer funções básicas como locomoção, deglutição e respiração.

Alô Valparaíso/* Com as informações da Agência Brasil | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil