Sonho da casa própria: o que considerar na hora de aderir a um financiamento
Mudanças entram em vigor nesta sexta (2) devem ampliar acesso ao Minha Casa, Minha Vida para famílias de baixa renda
As novas regras para o financiamento de imóveis no Brasil começaram a valer nesta sexta-feira (2). Aos interessados em adquirir a casa própria em 2026, a economista Carla Beni dá dicas de como se organizar para que o investimento não pese no bolso.
Em entrevista, ela destaca que, apesar da grande oportunidade, a decisão de adquirir um imóvel nessas condições deve ser analisada com cautela. De agora em diante, o Minha Casa, Minha Vida passa a ter um teto maior para o valor dos empreendimentos financiados — entre R$ 255 mil e R$ 270 mil —, o que amplia o acesso, principalmente, à população de baixa renda.
Em primeiro lugar, é importante colocar na balança o quanto se paga de aluguel e quanto custará a prestação do financiamento. “A minha recomendação seria muita conversa, papel, caneta, todo mundo fazendo conta, e entender que esse é um objetivo comum da família”, diz.
A especialista também analisa o impacto das mudanças no mercado. Segundo o governo federal, devem ser injetados mais de R$ 100 bilhões na economia em 2026. “Desde o engenheiro até o pedreiro, e todas as empresas no redor desse processo são muito dinamizadas, por isso que programas como o Minha Casa, Minha Vida ou o PAC, por exemplo, eles são fundamentais para o setor de construção civil”, completa.
Alô Valparaíso/* Com as informações do R7 | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


